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PROGRAMA AUTOFIX EXE BAIXAR


Microsoft Fix it é um programa desenvolvido por Microsoft. Acesse e veja mais informações, além de fazer o download e instalar o Microsoft Fix it. Microsoft Store. Perfil da conta · Centro de Download · Suporte da Microsoft Store · Devoluções · Acompanhamento de pedidos. Você pode ter tentado baixar uma solução de Correção Fácil da Microsoft ( anteriormente chamada de "Fix It"). As soluções de Correção Fácil.

Nome: programa autofix exe
Formato:ZIP-Arquivar
Sistemas operacionais: Android. iOS. MacOS. Windows XP/7/10.
Licença:Somente uso pessoal
Tamanho do arquivo:38.20 MB

EXE PROGRAMA BAIXAR AUTOFIX

Expressões e Operadores Condicionais Em C existem dois tipos de condicionais: if e switch. Retorna os valores e cria uma tabela com dados e estruturas dentro do DataSet especificado na chamada ao método 4. Avalie isto:. Aprenda a bloquear o acesso a qualquer site em seu computador. Você pode fazer os respectivos testes colocando o assembly saudacoes em algum URL na Web. Tratamento de exceções O tradicional termo tratamento de erros é agora chamado de tratamento de ex- ceções. O HD é uma unidade de armazenamento. Você vai ver agora uma lista de discos disponíveis no Windows. Como ouvir o PC no aparelho de som. Veja na ta- bela a seguir algumas classes membros do namespace System. Um prendedor. Primeiro, vamos alterar o construtor.

Microsoft Store. Perfil da conta · Centro de Download · Suporte da Microsoft Store · Devoluções · Acompanhamento de pedidos. Você pode ter tentado baixar uma solução de Correção Fácil da Microsoft ( anteriormente chamada de "Fix It"). As soluções de Correção Fácil. Microsoft Fix it é um aplicativo da Microsoft indicado para corrigir os erros do Windows. O programa vai analisar seu PC, listar os eventuais erros e propor as. Windows Descubra de forma ainda mais simples se o seu computador está rodando o Windows versão 32 ou 64 bit com esta ferramenta. Os usuários do SO da Microsoft podem comemorar o novo programa para correção de problemas de sistema. O Microsoft Fix It foi.

Sem mais nem menos. Reparem o titulo no canto superior esquerdo. O site é www. WiFi Guard se propõe a emitir um alerta se a sua rede estiver sendo usada sem o seu conhecimento e sem o seu consentimento! Trata-se de um scanner especializado que examina a sua rede a intervalos de tempo pré-estabelecidos, e imediatamente notifica se encontrar algum novo dispositivo conectado que possa pertencer a um intruso.

Uma ferramenta carregada de recursos … gratuita! Vamos começar com o NetWorx. Relatórios podem ser exportados para uma variedade de formatos, tais como Html, Word e Excel. Em tempo: NetWorx tem suporte para Portugues Brazil. Ninguém quer penetras xeretando na sua rede wireless, e é sempre bom ficar de olho aberto.

Nesse contexto, o software faz muito bem aquilo que se propõe, ou seja, realiza a varredura de conexões de rede Wireless. Essa coluna pode ajudar a detectar o tipo de dispositivo ou computador.

Por exemplo, se o nome da companhia é Apple, o dispositivo pode ser um Mac, iPhone ou iPad.

Dicas | LCM WEB DESIGNER | Página 17

Se o nome da companhia é Nokia, o dispositivo provavelmente é um telefone celular da Nokia. Melhor ainda se for um serviço on-line.

Apresento a seguir dois desses serviços, ambos gratuitos. Existem conversões que eu nem sonhava que existiam, tais como arquivos AutoCad. Vale a pena dar uma olhada nesses serviços. Qualquer atividade suspeita produz um alerta imediato, com informações detalhadas sobre a ocorrência.

É de se estranhar que seja ainda gratuito. Seguem algumas telas:. November - by v. January - by v. Em termos de funcionalidades, é muito similar ao Inssider, ou seja, ambos permitem localizar pontos de acesso, redes disponíveis, publicam respectivos MAC address, SSIDs, canais de uso e tipo de segurança implementadas. Se por algum acaso do acaso você tiver um mapa da sua casa ou apartamento no formato jpeg ou similar, ótimo, muito bem.

A segunda tentativa abaixo foi um pouco melhor. Compreendo que, sendo o produto gratuito, minha expectativa foi um tanto exagerada. Espero sinceramente que vocês gostem. Updated May - by v. Roda em maquinas a partir do Windows XP, mas requer. NET Framework 4. Um programa simples, mas nem por isso simplório. Você até pode plugar o HD novo ao seu computador e arrastar os arquivos do HD velho para ele, mas este é um processo lento, tedioso e propenso a erros. Clonar o disco antigo.

Primeiro você vai precisar conectar o HD novo e o velho ao PC simultâneamente. Se seu computador é um desktop, tem uma baia de 3. Detalhe de um "case" externo.

Ele é como um "estojo" daí o nome com uma porta USB. Com os dois discos conectados ao PC e reconhecidos pelo sistema, você vai precisar de software para fazer a clonagem. O processo é simples: instale e rode o programa, e clique em Clone no painel à esquerda.

Talvez todos os três. Deixe o computador sozinho e volte algumas horas depois.

Quando tudo estiver terminado, desligue o PC, retire o velho HD interno e coloque o novo em seu lugar, conectado exatamente da mesma forma.

Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar com o Pinterest quarta-feira, 25 de junho de OneDrive amplia guerra no armazenamento na nuvem com 15 GB gratuitos e planos mais baratos. Além de ser gratuito. Outlook4Gmail é uma complemento para o Outlook que oferece sincronia entre contatos e tarefas de contas do Outlook e Gmail.

O site conta com um quadro comparativo de funções, entre as versões gratuita e paga, além de um vídeo tutorial. O nome do produto é Qloud server, e pode ser encontrado nos links seguintes. Detalhe: atende a plataforma Windows e MAC! E aí temos, o server configurado. A segunda parte é instalar o app em seu dispositivo móvel, e conectar o dispositivo Android ao servidor.

Updated 7. April - by rob. O serviço sofreu uma grande reforma, e voltou renovado. É possível colar notas, rascunhos, fotos e vídeos ao seu mural; o acesso pode ser feito a partir de qualquer lugar ou dispositivo que conte com um browser.

Stormboard é ideal para acompanhamento de ideias e projetos, ou quem sabe, para compor documentos complexos. Descending; else listView1. Ascending; listView1. Usamos um valor do tipo enumerado SortOrder Ascending ou Descending que se encontra no namespace System. Se o valor da propriedade Sorting for igual a Ascending, o mudamos para Descen- ding e vice-versa.

Mais ou menos. Dadas as explicações devidas sobre o assunto, vamos criar uma classe que im- plemente a interface IComparer. Essa interface faz parte do namespace Sys- tem.

CompareTo ListViewItem b. Vejamos: Implementar uma interface significa criar uma classe que seja derivada dessa interface e que implemente pelo menos um dos seus métodos. Você pode implementar essa classe no mesmo namespace do seu aplicativo. Column ; lvApp. IComparer; lvApp. Criamos uma instância da classe classificacao recém-criada passando como parâmetro do construtor o índice do subitem através do qual de- sejamos classificar o ListView.

Column ; 2. Em seguida, atribuimos à propriedade ListViewItemSorter a instância da classe classificacao que acabamos de criar. IComparer; 3. E finalmente chamamos o método Sort do ListView. Retomaremos este exemplo no Capítulo 6, ao abordarmos alguns aspectos de desenvolvimento Windows avançado.

Resumo A.

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No nosso aplicativo exemplo, temos a funcio- nalidade de criar uma nova pasta, e vamos usar aqui a classe FileSystemWatcher para atualizar o ListView e o TreeView cada vez que um novo subdiretório for adi- cionado a um diretório específico.

CreateDirectory treeView1. Text ; if dInfo! Show "Diretório criado com sucesso! Apenas comentaremos o código relevante ao componente FileSystemWatcher. Atribuimos o caminho do diretório que desejamos monitorar à proprie- dade Path de FileSystemWatcher. Clicando duas vezes nele adicione as linhas de código a seguir lembre-se de que o nome do método é automaticamen- te gerado pelo VS.

Add new ListViewItem tb1.

Adobe Photoshop Express para Windows 10

Text ; treeView1. Add tb1. Usando a classe Process A. Veremos como fazer isso nas seções a seguir. Start of. Simples, em lu- gar de digitarmos no teclado, vamos escrever no StreamWriter. Além disso, se você observar o código, ago- ra estamos criando uma instância da classe Process, chamando o método Start e estamos passando parâmetros via a instância da classe Process- StartInfo. Veja: if tbComm. WriteLine tbComm. ReadToEnd ; textBox1.

ReadToEnd ; sr. Close ; err. Criamos uma instância da classe Process e ProcessStartInfo. Add p. ProcessName ; lvItem. Para adicionar um novo item ao ListView com o nome do processo ativo, chamamos o método Add que nos retorna uma nova instância de um ListViewItem.

GetProcessById Convert. ToInt32 lvProcess. Yes p. Kill ; if this. Show "O Processo foi finalizado com sucesso" ; lvProcess. RemoveAt lvProcess. Gerenciando serviços do Windows: analisando o componente ServiceController Continuando com o nosso exemplo, vamos adicionar mais uma funcionalidade para visualizar e gerenciar serviços do Windows.

GetServices ; foreach ServiceController s in this. ServiceName, s. Vejamos como ficou a interface: Figura 6. Text ; if s. Start ; s. Running ; s. Refresh ; listView2. Em seguida, verificamos se o estado do serviço que desejamos iniciar é igual a Stopped, e para isso usamos o tipo enumerado ServiceControl- lerStatus disponível na biblioteca de classes. Fizemos também a chamada do método WaitForStatus status para aguardar até que o serviço atinja o estado desejado conforme passado no parâmetro.

Pause ; s. Paused ; s. Continue ; s. Stop ; s. Stopped ; s. Exatamente, quer mais um exemplo? Esta: f1. Add f1 ; Funcs. Add f2 ; Qual é mais simples, a primeira ou a segunda? Explorando o namespace System. Collections No namespace collections, encontramos uma série de coleções predefinidas a partir das quais podemos criar nossas próprias coleções.

Veja na ta- bela a seguir algumas classes membros do namespace System. Collections: System. Collections na ajuda on-line. Outros métodos Add e Remove precisam ser im- plementados pelo desenvolvedor. Primeiro criamos uma nova classe derivada de CollectionBase. Add "primeiro" ; arrL. Add "segundo" ; arrL. AddRange s ; Console. ToString ; arrL. TrimToSize ; Console. GetEnumerator ; iE. Apenas para dar mais uma idéia do uso das interfaces que fazem parte da bi- blioteca.

NET, e em particular do namespace System. O que fizemos nesse caso foi implementar uma classe derivada da interface IComparer que implementasse os métodos defi- nidos nela. Poderíamos também ter instanciado a classe Stack com um construtor default, e dessa forma adicionaría- mos os elementos com o método Push elemento ; para remover elementos do topo da pilha usamos o método Pop. A classe Queue A classe Queue implementa uma fila, estrutura de dados do tipo primeiro a en- trar, primeiro a sair.

Enqueue "efg" ; fila. Enqueue "ghi" ; Console. ToString ; Vejamos a saída deste programa: Figura 6. Explore o restante dos métodos e propriedades da classe Queue consultando a ajuda on-line. Confira também as outras classes que fazem parte do namespace System. Reflection O que é reflection? Reflection consiste na habilidade da. NET de interrogar um assembly acerca de todos os tipos classes, interfaces, estruturas etc que o com- põem.

Uma vez feito isso, vamos criar um novo projeto do tipo Windows Application, no qual usaremos reflection para saber quais os tipos do assembly gerado.

Veja a interface a seguir: Figura 6. LoadFrom ofAss. Add t. Primeiro usamos o método LoadFrom do tipo Assembly para carregar o assembly que desejamos investigar. Isso foi feito através do método GetTypes da classe Assembly, que retorna um array de objetos Type com todas as informações referentes a cada tipo identificado.

Antes de concluir, queremos apresen- tar o aplicativo ildasm. Veja na Figura 6. Resumo Neste capítulo tentamos apresentar algumas características avançadas da. Vimos como é possível monitorar as mudanças nos diretórios do sistema de ar- quivos usando o componente FileSystemWatcher.

Aprendemos também a gerenciar serviços do Windows a partir de aplicações. NET usando o componente ServiceCon- troller.

Para concluir, estudamos um pouco de Reflection, que é a capacidade de in- terrogar assemblies sobre os tipos que o compõem. Portanto, trabalhar com banco de dados é um tópico pratica- mente obrigatório para qualquer pessoa atualmente envolvida com desenvolvi- mento de sistemas.

Também faremos acesso a dados em memória in-memory tables e XML. Nossa base de dados teria o modelo mostrado na Figura 7. Optamos nes- te capítulo por uma abordagem diferente da usual. No caso da arquitetura. ADO faz parte de um conceito chamado UDA Universal Data Access que foi criado, como o nome sugere, com o intuito de permitir que aplicativos se comuniquem com as mais diversas bases de dados usando a mesma metodologia, os mesmos objetos, a mesma abordagem. O que ADO. Para expandir ainda mais este tópico, ADO.

A Figura 7. NET isso é chamado provedor gerenciado managed pro- vider. NET e também forneçam suas implementações. Namespaces de ADO. NET Assim como tudo o mais em. Common Contém os tipos compartilhados entre os provedo- res gerenciados. Partindo desta idéia, vamos começar de uma forma bem interessante. Normalmente isso é feito através do Windows Explorer. Abra o Visual Studio. O Visual Studio mantém a lista dos projetos que você usou mais recente- mente. Preencha a próxima tela exatamente como mostra a Figura 7.

O resultado, veja a Figu- ra 7. Figura 7. NET Framework Components. Precisamos fazer com que ela funcione e seja atraente! Mas sejamos realistas, antes de tudo.

A arquitetura. Ao selecionar OK, o VS.

Faremos isso de maneira muito simples. Vamos criar uma classe capaz de gerar o nosso banco fisicamente em dis- co. Aí vem novamente a outra pergunta: onde? Isso força você a ser mais orientado a objetos do que você imagina.

Lembre-se de selecionar o ícone correto Class na lista de Templates Mode- los. Append Campo. Tipo ; if Campo. Null ComandoSQL. Remove ComandoSQL. NET db. OleDbConnection StringConexao ; db. Open ; cmd. ExecuteNonQuery ; cn. Show e. Message, "Erro", MessageBoxButtons.

Text; using System. OK, MessageBoxIcon. Mas a idéia é exata- mente essa. Naturalmente, o proces- so de criar MDB aplica-se apenas ao Access. Considerando que Dir. CriarDatabase ; MessageBox. Show er. IndexOf "Jet"!

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Ele prepara um ar- ray com uma série de comandos SQL que modificam as tabelas e criam as ligações de chaves estrangeiras entre elas.

Funcio- na bem para uma série de casos, mas também tem alguns inconvenientes. Antes que você se questione se o provedor de IDs este geralmente é o nome dado a este tipo de coluna daria conta de um banco de dados muito grande, faça- mos algumas contas simples. Como nossa idéia é desenvolver algo polimórfico, que funcione em diferentes plataformas de dados, pareceu-nos mais correto proce- der dessa forma.

A interface da nossa Agenda vai primar pela simplicidade. A Microsoft investiu milhões em design e ergonomia para ter uma interface padronizada e funcional. Lembre-se de que o ADO. Imagine uma tabela com milhões de registros. Vamos usar herança de classes, mas desta vez de forma mais visual e inte- rativa. Isso geralmente consome mais tempo no início do desenvolvimento, mas os resultados e os benefícios compensam cada segundo gasto nessa etapa. Herança visual O Visual Studio.

Pode ter sido escrito em ou- tras linguagens que suportem o ambiente. Com o VS. Preencha a caixa de acordo com a Figura 8. Dê um duplo clique na mensagem de erro no canto inferior da tela. Substitua Form1 por frmMain. Salve-o como Main. Execute-a, pressio- nando F5, e veja se a sua tela final ficou com um aspecto parecido com o desta figura: Figura 8. Acione o menu Project Add Windows Form. Posicione-os e configure-os de forma que fiquem parecidos com a Figura 8.

Ajuste a propriedade Ima- geAlign para MiddleLeft para que o ícone fique posicionado no canto es- querdo. Adicione referências aos namespaces System. Data e System. Primeiro, vamos alterar o construtor. Como você pode ter notado, o nosso frmLogin recebe o parâmetro cn exter- no e faz com que o seu objeto cn interno this.

Ao instanciar um objeto, o sistema aloca memória para aquele objeto e fornece uma referência dizendo onde ele foi criado. ReadString ; break; case "cboBancoText": cboBanco. Observe que a rotina é bem simples. Se coincidir, ele lê o valor da TAG e transfere-o para o campo na tela. Ele aponta para um arquivo chama- do Agenda. Observe que no início do código ele verifica a existência do arquivo através do método System. Indented; xml. WriteStartDocument ; xml. WriteStartElement "Configuracoes" ; xml.

WriteStartElement "txtNomeText" ; xml. WriteString txtNome. Text ; xml. WriteEndElement ; xml. Flush ; xml. WriteString txtDataSource. WriteStartElement "cboBancoText" ; xml. WriteString cboBanco. WriteEndDocument ; xml. Show ex. Até aqui tudo bem.

Veja um exemplo: Figura 8. Faça também com que cada um deles tenha a propriedade Anchor ajustada para Bottom, Right em vez de Top, Left. Se quiser colo- car ícones nos botões, fica por sua conta.

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Existe nos botões e em muitos outros objetos uma propriedade chama- da Modifiers. Ela permite que você especifique qual é o nível de visibilidade do objeto e suas propriedades nas gerações posteriores. Coloque um Textbox e nomeie-o como txtChave. Co- loque também um Label e nomeie-o como lblChave.

Muito simples e dire- to. O sistema localiza o registro especificado e coloca-o na tela. Objetos de acesso a banco de dados do ADO. OleDbCommand Permite envio de comandos para o servidor de banco de dados. Muito comumente utilizado para envio de sentenças SQL, chamadas procedures armazenadas stored procedure etc. DataView Permite criar filtros e diferentes visões de um conjunto de dados. Assim à primeira vista, você deve estar se perguntando qual objeto deve esco- lher para desenvolver suas aplicações.

DataTable Usado para representar e armazenar uma tabela em memória. Este é considerado o objeto central de ADO. DataRow Usado para manipular uma linha dentro de um DataTable. Funciona da seguinte forma: 1. Na guia Connection, que muda de acordo com o provedor selecionado, preencha conforme mostra a figura seguinte: Figura 8. Pressione Test Connection. A diferença é que o Typed Dataset carrega definições a partir de um arquivo XML, de algum outro objeto em seu projeto, de um Web Service ou de um namespace.

NET, é um container que gerencia um conjunto de tabelas, restrições e relacionamen- tos. Para que isso fique bem fixado na memória, veja na figura seguinte as cole- ções de objetos do Dataset: Dataset Tables Relations Properties Figura 8. Update Aciona os respectivos Insert, Update e Delete para cada linha inserida, alterada ou excluída no Dataset. Observe que, como mostrado na tabela anterior, o DataAdapter encapsula quatro objetos DbCommand, cada um com uma finalidade específica.

Observe que existem quatro objetos command associados, justamente o Insert, Delete, Select e Update. Alterar os nomes dos objetos Command para os seus correspondentes cmdSelect, cmdUpdate, cmdDelete e cmdInsert. Lem- bre-se: é preciso fazer isso para cada um deles. Alterar a propriedade Modifiers para Family. Lembre-se: faça isso em todos!!! É preciso abstrair-se um pouco e pensar muito genericamente. Faça isso logo nas primeiras li- nhas de código do frmBase, ficando mais ou menos desta forma: using System; using System.

Data; using System. Para eco- nomizar tempo e mostrar como recuperar o nome de um elemento de um tipo enumerado, usamos o método Format do objeto Enum. Queremos que ele seja hipergenérico. Ou seja, ele jamais vai fazer nenhuma referência ao frmMain, por exemplo. Nosso frmBase também tem um objeto OleDbConnection.

Vamos listar os métodos vazios. Porém, como dissemos antes, você tem de pensar no futuro. ExecuteReader ; Leitor. ToString ; Leitor. ExecuteNonQuery ; cmd. Close ; cmd. Primeiro, o sistema detecta qual o tipo de banco.

Eles têm os numeradores vin- culados a colunas de tabelas. Para tanto, usamos um OleDbDataReader. A referência ao Leitor[0] indica a coluna que estamos verifi- cando. Cada chamada ao Leitor. Read provoca o deslocamento para o próxi- mo registro e carrega o objeto com os valores lidos.

Destruir a tabela, porém, faria com que o gerador fosse reposi- cionado em 0. Por quê? Message e ex. Segundo, em ADO. Lembre-se que um conjunto de dados Dataset pode conter diversas tabelas. Inativo; ds. Clear ; ds. Clear ; DesvincularCampos ; txtChave. Focus ; txtChave. Existe, porém, um trecho que deve ser comentado e destacado no método FinalizarEdicao.

Existem duas linhas chamando um método Clear: ds. Clear ; Qual a diferença entre elas?

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Para facilitar nossa vida, escrevemos os méto- dos VincularCampos e DesvincularCampos, os quais automaticamente ligam os con- troles da tela ao DataTable. Se quiser testar, isole a linha e veja por si mesmo!

Primeiro, ele in- voca um método chamado CampoChaveEmBranco. Focus ; throw new Exception "Preencha o campo chave!

Isso fica a critério de cada entrada de dados. Fill ds, System. A vanta- gem dessa abordagem veremos melhor adiante é que o próprio C reconhece os parâmetros, nomeia-os, numera-os e atribui-lhes os tipos corretos. Outro detalhe que você deve ter notado é a chamada ao da.

Esse méto- do faz o seguinte: 1. Procura no adaptador o comando select no nosso caso, o cmdSelect 2. Retorna os valores e cria uma tabela com dados e estruturas dentro do DataSet especificado na chamada ao método 4. Add dr. Rows[0][0] significa linha 0, coluna 0. Update ds. Tables[0] ; GravarDetalhe tr ; tr. Logo em segui- da, existe um laço que percorre todas as linhas de todas as tabelas.

Para entender melhor, é preciso primeiro explicar que toda linha DataRow de uma tabela tem uma propriedade chamada RowState. Essa propriedade pode assumir os seguintes valores: Estados possíveis para uma linha DataRow. Modified A linha tem alterações pendentes. Deleted A linha foi excluída da tabela. Filosofia de trabalho do ADO. A filosofia é a seguinte: ao chamar o método Update do Adaptador — linha da. Tables[0] —, o adaptador percorre toda a tabela e, de acordo com o status da linha, envia para o banco de dados o comando SQL adequado.

Assim sen- do, uma linha com status Added dispara o comando Insert, uma linha com Modi- fied dispara um Update e uma linha com Deleted dispara o comando Insert. Esses comandos devem ser previamente configurados no OleDbDataAdapter para que funcionem de maneira adequada. Todos os comandos devem fazer parte do mes- mo bloco de transações, por isso atribuímos o mesmo objeto tr à propriedade Transaction de cada objeto command.

DataView ds. Tables[0] ; dv. Rows[ f. ToString ; foreach DataRow dr in ds. Clear ; break; default: ds. A vantagem disso é que você consegue visualizar os dados de maneiras distin- tas sem afetar a tabela original.

As primeiras linhas do método listado anteriormente servem exatamente a tal propósito e impedem que alterações de qualquer tipo possam ser feitas na ta- bela. É criado dinamicamente um filtro baseado no nome da coluna zero ds. ColumnName — normalmente o ID com o valor da linha selecionada no Grid f.

CurrentRowIndex na coluna zero. Você deve estar se perguntando que mano- bra louca é essa. Adicione um DataGrid e nomeie-o como Grid.

Você deve selecionar frmBase, obviamente, conforme mostra a figura: Figura 8. Nomeie-o como txtDescri- cao, defina sua propriedade Enabled como false e formate a tela para fi- car com um aspecto parecido com o da figura: Figura 8. Vamos agora configurar os objetos de acesso ao banco de dados.

Vamos primeiro ao Connection. Selecione o objeto Connection. Em sua propriedade Connection, existe uma combobox. Selecione a que criamos logo no início do capí- tulo. Isso seria o mesmo que selecionar o objeto cmdSelect.

O construtor de consultas é bastante interativo. No nosso caso, vamos optar por escrever manual- mente para melhorar o entendimento. No objeto, observe que existe uma propriedade chamada Pa- rameters com a palavra Collection ao lado. Agora vamos fazer o mesmo para o comando Insert.

Verifique os parâmetros resultantes, como mostra a Figura 8. Vamos repetir o mesmo para o DeleteCommand. UpdateCommand ou objeto cmdUpdate. A Figura 8. Mude o parâmetro para Varchar, se for o caso de ter ficado Empty.

Montando as peças do quebra-cabeça Talvez você esteja se questionando o motivo de estarmos fazendo tudo isso. Pois é exatamente aqui que as coisas se en- caixam. Nós acabamos de definir o que vai acontecer em cada caso. Add "Text", ds. Clear ; erp. SetError txtDescricao, "" ; txtDescricao. Focus ; erp. Mas, como de praxe, esses procedimentos trazem novas informações.

Como de praxe, sempre existem detalhes a serem esclarecidos e novos recur- sos apresentados. Neste caso, introduzimos o conceito de DataBinding. No método ValidarDados, fazemos uso de um ErrorProvider para fornecer um retorno mais visual do campo em que ocorreu erro. Em ambos os casos, retorna-se ao status de ina- tivo. Você deve sele- cionar frmBase. Nomeie o novo adaptador como dAdapCategoria. Ligue a propriedade Connection de todos os commands do dAdaptCate- goria ao objeto cn.

Em sua propriedade TabPages, adicione dois itens e nomeie-os como pgCadastro e pgCatego- rias. Coloque tam- bém objetos Label correspondentes. Selecione agora a guia Categorias. Dentro dela, insira dois controles do tipo ListView. Nomeie cada um deles como lstNaoPertence e lstPerten- ce. Coloque o lstPertence à esquerda. Adicione dois botões, nomeie-os como btnPertence e btnNaoPertence.

Lembre-se de fazer isso para ambos os controles. Ainda nos ListView, altere a propriedade Sorting de ambos para Ascen- ding exibe os itens em ordem crescente e a propriedade View para De- tails. Adicione imagens de setas aos botões. Tente arrumar o layout de modo a ficar parecido com o da Figura 8. Ligue a propriedade Connection ao objeto cn. Observe que, dessa vez, preferimos criar apenas um Command em vez de criar um novo adap- tador. Tables[0], "Nome" ; txteMail.

ToString , dr["Descricao"]. Clear ; txteMail. SetError txteMail, "" ; lstPertence. Clear ; lstNaoPertence. Clear ; tabContato. Apenas o método VincularCampos requer algumas explicações. Aquele primeiro if dentro do código serve basicamente para ajustar o valor do campo chave.

Veremos mais adiante quando fizermos pesquisas na tabela. Em seguida, temos DataBindings simples e diretos. Como o nosso ListView tem duas colunas, vamos ler também os dois campos da tabela. No caso de um ListView ter mais de uma coluna, você deve adicionar um array de strings.

Tira-Dúvidas: vírus no pen drive

É preciso preencher também o outro. ExecuteReader ; while r. ToString , r["Descricao"]. LocalizarDetalhe simplesmente executa o código da classe pai. Para cada item lido while , ele adiciona novos itens ao lstNaoPertence. Neste agora precisaremos, por motivos bastante específicos. Imediato; AdapDetalhe. Também tivemos o cuidado de inserir o dAdapCategoria na lista de Adaptadores da classe. Text, li.

Text; ds. Lembre-se de que para o lstPertence existe uma tabela detalhe, enquanto que para lstNaoPertence foi apenas usado um DataReader. A propriedade SubItems de um ListView permite ler coluna por coluna. Para um ListView, um item é sinônimo de uma linha, enquanto que um SubItem é um sinônimo de coluna.

Nenhum desses três métodos existia previamente na classe base, portanto esta- mos aqui falando de funcionalidade muito particular. E, caso remova do objeto pai, estaria também removendo de todos os filhos.

Templates da Lua

Entendendo o fluxo de funcionamento do cadastro de contatos OK, vamos agora às imagens, afinal uma delas pode valer por mil palavras. O Percentual também pode ser usado para en- contrar sobrenomes. O detalhe interessante que você deve no- tar, porém, é que todos os campos da tabela aparecem, menos o ID. Por que o ID sumiu? Hidden; base.

O layout que iremos propor para a nossa tela é mostrado na Figura 8. Adicione dois botões e nomeie-os como btnGravar e btnNaoGravar. Configure os texts, tamanhos etc. Selecione o Grid e clique na propriedade TableStyles. É bastante flexível e permite que um grid automatica- mente selecione as configurações de acordo com a tabela que estiver li- gada a ele.

Observe que é pos- sível criar diversos estilos diferentes para diversas tabelas no mesmo grid. Figura 8. Formate as propriedades de colDataHora com os seguintes valores veja também na Figura 8. Para as outras colunas colLembrete e colContato , mapeie apenas as pro- priedades HeaderText para Lembrete e Nome respectivamente, Width para e MappingName para Lembrete e Nome, também respectiva- mente.

Na verda- de, o grid permite, inclusive, que outros tipos de objetos sejam usados como colunas. Nomeie-os como da, ds e cn, respectivamente. Show "Gravar alterações pendentes? YesNo, MessageBoxIcon.

Ela tem muitos pormenores que merecem explicações mais detalhadas. Pri- meiro, ela possui um if que verifica se existem alterações pendentes. Added ; if dr. Ele cria um array de linhas DataRow[ ] a partir de um método Select. Exis- tem dois status de Modified: Current e Original. O Original permite que você re- cupere a linha em seu estado original, quando foi lida.

O Current captura as li- nhas com seus valores atuais modificados.

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O Added captura as linhas inseridas no DataTable. NET resolve internamente e passa o valor para o banco de dados sem problemas. Esse é um tópico interessantíssimo.

Mas eles podem ser atribuí- dos dinamicamente. Mas por que estamos fazendo isso? Vamos numerar as linhas para entender melhor: 1 Calendario. A terceira lê o valor atual do laço que incrementa de 30 em 30 minutos e divide por Em seguida, acrescentam-se os dois pontos. Faremos a carga de toda a lista de contatos para a memória. Veja a Figura 8. Add "Nome", typeof string ; ds.

Close ; ds. AcceptChanges ; ds. O Command é vinculado ao cn Connection e recebe o comando a execu- tar, um select bem simples. Em seguida, vem um laço que lê cada valor proveniente do Se- lect e o adiciona à tabela em memória. Desta vez vamos usar um parâmetro. KeyEventHandler ProcessarTecla ; this. Dispose ; this. Ela associa um evento a um código de contro- le. Porém, sabemos que uma coluna de grid na verdade encapsula um objeto TextBox, que contempla diversos eventos.

Se for menor que o espaço em branco, pode ser uma tecla de controle, como Del, Page Up etc. Veja a figura para que isso fique bem claro: Figura 8. DataSource, Grid. ToString ; txt. Length - p; regAtual. As três primeiras linhas fa- zem exatamente isso. A linha seguinte a elas contém um grande macete. Daí vem a idéia natural de imaginar que a linha corrente do grid é a linha atual do DataTable.

Evite pensar des- sa forma, pois você pode esbarrar num problema simples: o grid pode estar baseado num DataView ordenado por nome e a tabela pode estar ordenada pelo ID, por exemplo. O que fazemos é basicamente um typecast, pegando o objeto e manipulando-o como um DataRowView. Dessa forma, temos acesso ao contexto que liga o grid a um ele- mento da tabela e conseguimos pegar corretamente a linha da tabela na forma de um objeto DataRow.

Pura malandragem Em seguida, o código chama outro método, este realmente passando uma string como parâmetro para que seja feito um SELECT das linhas adequadas. O retorno dado é o conjunto de linhas considere que mais de um nome pode ser encontrado. Caso exista pelo menos uma linha, o siste- ma monta uma nova string e altera o TextBox passado anteriormente como parâ- metro. Bom, este vai dar mais trabalho, mas nada desesperador.

ToString ; if r. Modified: if dr["Lembrete", DataRowVersion. AcceptChanges ; dr. Added: if dr["Lembrete"]. Tables["Compromisso"] ; tr. Commit ; if e! Rollback ; MessageBox. Na verdade, ele busca os IDs e grava-os na tabela de compromissos. O segundo trecho de código é um switch que verifica o que deve ser feito de acordo com o status da linha. Para as demais, simplesmente provocamos um AcceptChan- ges , deixando a linha como Unchanged e fazendo com que nada aconteça ao dis- parar o Update do Adaptador, que é o código que vem logo em seguida.

Falta agora apenas codificar o item de menu correspondente do frmMain para acionar o frmCompromisso. Di- ferentemente das versões anteriores, porém, o Crystal Reports desta vez encon- tra-se muito bem integrado ao VS.

Vamos começar pelo que seria o relatório mais simples, que é a lista de catego- rias. Desta vez, por exemplo, utilizaremos um DataSet tipado usamos untyped no an- terior. Também usaremos o assistente do DataAdapter. Um Dataset tipado typed é, na verdade, uma cópia local de uma estrutura de um banco de dados remoto em for- mato XML. A existência dessa estrutura local permite uma série de facilidades, especialmente em tempo de projeto.

Para criar um Dataset em tempo de projeto, devemos proceder da seguinte forma: 1. Veja os parâmetros sugeridos na Figura 9. NET se encarrega de ligar as tabelas pelos nomes idênti- cos. Feito este passo, seu diagrama passa a exibir uma linha que indica o relacionamento entre as tabelas: Nada do que você fizer no seu Dataset XML vai refletir no banco de dados ori- ginal.

Lembre-se de que se trata apenas de uma cópia do banco remoto. Selecione o menu Project Add Windows Form. Selecione o ícone Crystal Reports deve estar mais abaixo e nomeie o objeto como relCa- tegoria. Para este nosso primeiro relatório, vamos usar o Report Expert. O for- mato selecionado é o Standard, e é ele que vamos utilizar. Portanto, ape- nas pressione OK para ver a tela seguinte, mostrada na Figura 9.

NET Datasets, Agenda. Ele usa o XML ou qualquer outro meio apenas para ler a estru- tura da tabela e formatar o relatório adequadamente. Em seguida, pressione a guia Fields, para ver esta outra tela: Figura 9.

Veja agora esta outra figura: Figura 9. Para esta tarefa, existe o objeto CrystalReportViewer na Toolbox. Menu Project Add Windows Form. Nomeie-o como btnGerar. Simplesmente aceite pressionando OK. Eles apenas faci- litam o processo, mas um relatório poderia ser criado e gerado a partir de um untyped dataset. Adicione agora um componente OleDbDataAdapter. Clique em cancelar quando aparecer a tela do as- sistente.

Se- lecione o adaptador e em seguida clique sobre a propriedade Insert- Command. Abra a combobox e faça com que o command seja nenhum none. Veja a figura: Figura 9. OleDb no início da classe. Gerando o relatório propriamente dito Vamos finalmente gerar o relatório de fato. Siga os passos: 1. Menu Project Add Inherited Form. Aceite e clique em Next. Clique em Next. Figura 9. Clique sobre Advanced Options. Feche a janela clicando em OK. De volta à tela anterior, basta clicar em Finish.

Fill ds. SetDataSource ds ; crv. O adaptador preenche a tabela com da- dos. Em seguida, é criada uma nova instância do relatório. Vamos primeiramente criar o relatório. Vamos ao relatório: 1. Dentro do Assistente, selecione o formato Standard e clique OK. Em se- guida, selecione a tabela Contato e transfira-a para a janela de tabelas. Escolha o layout de sua preferência e pressione OK. Você pode livremente manipular os objetos criados pelo assistente do Crystal Reports. Sinta-se livre para mudar tipo de letra, alinhamento etc.

Selecione o menu Pro- ject Add Inherited Form. Nomeie o TextBox como txtIniciais. Tables[ "Contato" ]. Olhe novamente a Figura 9. A idéia geral é criar um relatório como o mostrado na Figura 9.