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MUSICA DESCANSAR CANTO DOS MALDITOS NA TERRA DO NUNCA BAIXAR


Canto Dos Malditos Na Terra do Nunca - Descansar (Letra e música para ouvir) - Eu quero descansar no teu peito / O cansaço dessa vida / E o peso de ter que. Letra e música de “Descansar“ de Canto Dos Malditos Na Terra do Nunca. Canto dos Malditos na Terra do Nunca - Discografia Em , a CMTN foi indicada como banda revelação ao prêmio Video Music Brasil da Descansar Também estou querendo baixar esse álbum, mas duvido que.

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Madeline leria um livro para Amy. Quase a matei. A força do que ele estava sentindo assustava-o sobremaneira e ele temia feri-la e ferir a si próprio. Zangado, caminhou até o cabideiro, pegou seu chapéu e, sem despedir-se, partiu do clube. Talvez isso faça com que Roger se salve desse fatídico enlace. E grita que você me quer, Que eu vou gritar também. Observar e absorver. Para que formalidade? Recomendar Twitter. E grita que você me quer, Que eu vou gritar também. De imediato ela nada viu, pois o aposento era enorme.

Letra e música de “Descansar“ de Canto Dos Malditos Na Terra do Nunca. Canto dos Malditos na Terra do Nunca - Discografia Em , a CMTN foi indicada como banda revelação ao prêmio Video Music Brasil da Descansar Também estou querendo baixar esse álbum, mas duvido que. Aprenda a tocar a cifra de Descansar (Canto Dos Malditos Na Terra do Nunca) no Cifra Club. Eu quero descansar no teu peito / O cansaço dessa vida e o peso . All songs and albums from Canto dos Malditos Na Terra do Nunca you can listen and download for free at private-rentenversicherungs.info Now available 12 songs from 2 albums. Ouça Descansar de Canto dos Malditos na Terra do Nunca no Palco MP3, o site da novíssima música brasileira!.

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Encontre novas experiências. Mas quando seus azulados olhos se cravam em Evelyn, descobre que tudo aquilo que desejou se evaporou. Querido a leitor a , aqui tem o segundo livro da série Os Cavalheiros. Se William te enterneceu, espero que Roger te faça sorrir ao viver suas aventuras.

Londres, 26 de setembro de Residência do senhor Lawford. Colin olhou pensativo para a rua. Observou a vitalidade desta apesar de ser um dia cinza: carruagens que circulavam de um lado para outro, transeuntes ocultos sob seus guardachuvas, criados inquietos realizando com rapidez as tarefas atribuídas Tudo menos ela. Sabia que o que pretendia era uma loucura, mas o fazia por seu bem. O que começara sendo.

Soube quando o viu no dia em que o duque de Rutland desafiou ao conde de Rabbitwood. Arthur Lawford superava os cinquenta anos. Por isso Colin tinha ido a ele. Só lhe interessava que o fizesse logo. Notava-se cansado, muito mais que no dia anterior. As olheiras, a magreza de seu corpo e inclusive o pesar em seu caminhar o delatavam.

Sentou-se, agarrou o documento, leu-o e o assinou sem vacilar. Uma vez que o senhor Bennett assine com seu punho. A suavidade do tato o encantava até tal ponto que perdia o pouco controle que tinha. Roger aproximou sua boca da dela para aplacar a intensidade de seus gemidos.

Nunca tinha escutado uma amante soluçar com tanta força ao ser penetrada. Gemia, retorcia-se sob seu corpo, pedia-lhe mais e ele o oferecia. Fechou os olhos ao perceber como seu sexo começava a palpitar. Estava a ponto de explodir. Aferrou com força a cintura da mulher e, justo antes que brotasse sua semente, separou-a de seu corpo. Odiava que seus encontros passionais finalizassem sempre iguais, mas ele era incapaz de ejacular dentro de uma mulher.

O que faria com um filho? Nem sequer pensou em têlo. Quantos tinha? Vinte, trinta ou talvez quarenta? Deulhe as costas e, como uma menina zangada, começou a resmungar. Abotoou a camisa, ajustou bem a calça e antes de terminar de vestir-se, caminhou para a moça, levantou seu queixo com um dedo e lhe deu um terno beijo. Quando fechou a porta algo explodiu sobre a madeira. Instantes depois escutou os gritos da mulher. Roger sorriu e com passo firme partiu ao segundo lugar ao qual chamava casa: o clube de cavalheiros Reform.

Dos três, só ele aparecia no clube. Federith vivia afastado do mundo com uma mulher que mal conhecia porque jamais saía de seu lar. Segundo seu amigo, sempre 1. Roger olhou à pessoa que se dirigiu a ele. Mas se equivocou. Elevou a sobrancelha esquerda, olhou-o sem pestanejar e quando observou a mudança que desejava produzir no rosto do moço, gargalhou. Espero os ver na próxima sexta-feira. Vai ou fica? Mas, no hipotético caso de que perdesse esta partida, qual seria seu prêmio?

Olhou-o fixamente aos olhos tentando descobrir como um. Mas… o que faria você com ele, moço? Como obteria aquela assinatura? Como abrir o envelope e impedir que lesse o redigido? Roger fez um gancho de ferro sobre o papel e o entregou ao jovem. Se tanto anseia meu navio, necessito seu consentimento. Quando cada um teve seu respectivo acordo, prosseguiram com a partida. Durou além do imaginado.

Em meio de. De repente, alguém interrompeu a partida abrindo a porta com força. Sentirei falta dele. De repente, toda sua tristeza se voltou em euforia. O mesmo digo eu. Evelyn afastou com rapidez os lençóis. Dar-lheia um aspecto de alegria que se afastava da realidade. Com pouco mais de trinta anos, quem ia pedi-la em matrimônio?

Adorava contemplar como o sol aparecia entre as montanhas. Odiava os dias de chuva. Resignada a permanecer outro dia mais no interior de Seather Low, andou para a bacia, lavou o rosto e recolheu o cabelo. Sabia a resposta, mas albergava a esperança de que tivesse chegado quando ficou adormecida. Ele jamais faria tal coisa! É um Pearson!

Ao contemplar as torradas enrugou o nariz. Devia reduzir os gastos por mais doloroso que fosse. De repente, escutou o som de uma carruagem. O que desejaria o senhor Miller? Agarrou o pomo da porta, elevou o queixo e desenhou seu melhor sorriso.

Evelyn observou o semblante do homem. Parecia triste. Possivelmente muito. De repente um estranho calafrio percorreu seu corpo e sentiu frio. Evelyn tentou manter a calma apesar dos pequenos tremores. Evelyn tentou falar, mas foi impossível. Começou a ver impreciso e aqueles leves tremores foram aumentando. Finalmente se desabou. OH, Deus!

O que aconteceu? O que disse à senhorita para fazê-la desmaiar? Fechou a porta devagar. Entretanto, tinham-lhe encomendado a tenebrosa tarefa de romper a ordem. Tragou saliva quando observou a silhueta sobre a cama. Como era habitual nele, dormia nu, e os lençóis mal cobriam suas pernas. O ajudante de câmara olhou para outro lado. O jovem escutou um ruído, virou-se para a porta e tentou sair dali, mas era tarde, o senhor tinha notado sua presença.

Perdoe se…. Que dia? O sorriso de menino travesso desapareceu com rapidez. Se seu mordomo tinha quebrado a norma mais sagrada de Lonely Field, só se devia a uma coisa: algo tinha ocorrido ao Federith ou ao William.

O senhor Pearson, o quê? Fala de uma vez! Levantou-se da cama e sem mostrar vergonha alguma por sua nudez, colocou-se em frente ao criado. O que disse? Isso é o que contam. Nesse momento se lembrou da partida de cartas e do que guardava em seu bolso. Com grandes pernadas dirigiu-se para a cadeira onde tinha deixado suas roupas antes de deitar-se. Abaixou a cabeça e tentou dirigir-se para a porta.

Até agora o senhor nunca tinha sido cruel com seus lacaios, mas a cena que estava vivendo no quarto lhe indicava que logo começaria a sê-lo. Que ninguém a toque!

Tinha sua mente ocupada recordando o momento no qual o jovem lhe ofereceu a propriedade. Todo mundo lhe jogaria a culpa dessa morte. Todo mundo o assinalaria com um dedo inquisidor para demonstrar que, como era costume nele, tinha destroçado outra família.

Antes de poder. Deixe-me sozinho. Roger se levantou da cama e caminhou para a poltrona. Logo a introduziu no direito e tirou o envelope. Eu, Roger Bennett Florence, futuro marquês de Riderland, em plenas faculdades mentais, faço oficial meu compromisso de matrimônio com a senhorita Evelyn Pearson Laurewn. Sentiu um intenso calafrio percorrer seu corpo. Começou a suar tanto que as gotas escorregaram por sua testa. Colin estava morto. Era uma tulipa, a flor preferida de Colin. Ouviu que Wanda lhe sussurrava algo.

De repente, a donzela a fez parar. Estava sozinha. Durante o resto de sua vida devia viver sem família, sem ninguém que estivesse velando por ela, sem ninguém que se preocupasse com seu bem-estar. Como o confrontaria? Como conseguiria sobreviver?

Quem baixaria uma propriedade onde seu dono se disparou na cabeça? Tentou recordar se podia tratar-se de algum amigo do Colin, mas o tom suave,. Elevou lentamente o rosto para quem permanecia de pé junto a ela. Mal pôde distinguir as feições de seu rosto, o véu o impedia.

Evelyn cravou seu olhar na pessoa que segurava com força seu braço. Quis replicar suas palavras. Resultava-lhe impossível debater as palavras. Possivelmente porque ela também acreditava. Ignorando-o, começou a caminhar para sua carruagem. Desejava afastar-se dali o antes possível.

Depois de recompor-se e ler umas vinte vezes o documento, Roger decidiu apresentar-se no funeral. Sorria, jogava, falava com os outros jogadores e inclusive bebeu mais do que estaria permitido a um moço de sua idade, mas… quem era ele para julgar os copos de uísque que deviam beber os outros? De repente, uma imagem muito nítida apareceu em sua cabeça. Rememorou-a uma e outra vez tentando sossegar. Segurou o envelope e o meteu no bolso de seu traje.

Roger olhou seu relógio e franziu o cenho. Tinham passado as quatro e meia. Anderson fechou a porta e ficou observando seu senhor. Jamais tinha. Olhou ao cocheiro e lhe indicou que iniciasse a marcha. Se o dono de Lonely Field tinha problemas era melhor que resolvesse o quanto antes.

Roger correu as cortinas do coche. A penumbra sempre lhe vinha bem para meditar. Tinha que encontrar uma alternativa, algo que lhe ajudasse a sair do problema no qual se colocou. O jovenzinho lhe tinha estendido uma armadilha e ele tinha caído sem dar-se conta. Estava esperando seu momento. Tinha tecido uma teia de aranha e, com a tranquilidade que caracteriza a um predador, tinha aguardado sua presa.

O tinha merecido. Nunca deveria subestimar. Inclusive poderia fingir sua própria morte, se com isso lhe dizia o senhor Lawford que conseguiria seu propósito. Ele era um homem que amava todas as mulheres. De repente seu corpo se entorpeceu. Antes de poder encontrar uma resposta, a carruagem cessou sua marcha. Como se tivesse espinhos no traseiro, Roger saltou do assento e saiu com rapidez do interior.

A tênue luz o cegou a tal ponto que teve que fechar os olhos para protegê-los. Quando conseguiu abri-los ficou como pedra. Por que ninguém tinha ido se despedir? Roger enrugou a testa e apertou os punhos. Importava-lhe um nada o que os arrogantes da alta sociedade pensassem. Enquanto se aproximava, tentou descobrir quem eram os três homens que acompanhavam as duas senhoras e qual delas seria a senhorita Pearson. Um pequeno gemido brotou de sua garganta ao ver a silhueta do senhor Lawford.

Ter-lhe-ia devotado aquela residência que possuía o jovem em Londres em troca do trabalho? Pareceu-lhe uma tolice pensar nisso porque Lawford conhecia seu poder aquisitivo e se lhe tivesse contado às intenções que tinha Pearson lhe teria pagado o dobro.

Com integridade, prosseguiu seu caminho até ficar a escassos passos das mulheres. Quem seria sua futura esposa? A da direita ou a da esquerda? As duas eram altas e magras. Uma delas segurou com força a outra pelo braço, como se tentasse evitar que caísse. Em efeito, aí tinha a resposta à falta de assistentes. Ninguém queria que o relacionassem com um suicídio. Se me desculpar, tenho que oferecer meu apoio à senhorita Pearson.

Esperou que o médico lhe desse os pêsames para fazê-lo ele também. Apertando a mandíbula, acelerou o passo. Era bastante alta e magra. Roger, em um ato de insensatez, avançou os passos que tinha retrocedido e a segurou com força pelo braço. Temos um assunto pendente resmungou. Tenho que acompanhar a senhorita Pearson até seu lar.

Às sete em ponto Bennett estava tocando à porta do escritório do senhor Lawford. Enquanto o recebia, pegou um charuto, o acendeu e lhe deu umas intensas aspirações. Estava nervoso, muito. Até houve um momento no qual desejou lhe tirar o sorriso com um murro, mas se desejava obter seu propósito devia manter-se calmo.

Aceitou o convite de sentar-se, reclinou-se sobre a cadeira e terminou de fumar o charuto. Como lhe ocorreu tal estupidez? Sim, claro que desejava fazê-lo. Esse moço estava louco! Assim, diga, como posso anular este contrato? Embora por engano. Tanta vontade tem de vê-la amargurada o resto de sua vida? Zangado, virou-se sobre seus calcanhares e saiu ao exterior. A chuva tinha retornado. Levantou o rosto e deixou que as gotas o empapassem.

Durante a caminhada para a carruagem, sua ira foi diminuindo e a mente começou a lhe oferecer um sem-fim de alternativas para desfazer-se de todo o embrulho. Entretanto só uma lhe pareceu correta. Os cavalos começaram a reduzir seu trote. Sim, estava seguro de que encontraria a forma de fazê-lo. Apresentar-me-ei eu mesmo. Subiu as escadas de dois em dois degraus, pegou com força a aldrava e chamou com vigor. Entretanto, naquele momento nem estava bêbado nem podia percorrer a pé a distância entre seu lar e o do duque.

Passe à biblioteca. Roger o seguia com o olhar.

Levava dois dias e meio metido. Caminhou para o móvel bar, pegou uma taça e a encheu até a borda. Assaltaram-no na viagem? Nunca tinha visto seu amigo daquela forma. Cheirava a tabaco, uísque e a suor, algo impróprio em um homem que demorava em arrumar-se mais que uma mulher.

O mau humor se esfumou dando passo a um estado de alerta. Conhecia muito bem seu amigo e aquela postura encurvada,. Olhou-o com desespero. Logo avançou para seu amigo e o mostrou. Engasgou-se com sua própria saliva. Estava bêbado? A jogada era interessante e ficou ainda mais quando me propôs que ganharia uma de suas propriedades. Ele me assegurou que o documento era a escritura de sua propriedade. Uma pequena residência que. Aproximou a cabeça da cornija da chaminé e teve vontade de golpear-se contra ela.

Por quê? Conforme parece herdou uma enfermidade que o mataria cedo ou tarde. Uma larga bata de seda vermelha cobria seu corpo. Era a primeira vez que se mostrava ante Roger com o cabelo solto e despenteado.

Sinto muito. Estava muito mudada pela gravidez.

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Abraçou-a e a levou até a chaminé. Tentou abaixar-se para pegar o papel, mas William se adiantou. Seu pior momento?

Igual ao seu marido, abriu os olhos de tal maneira que Roger pôde ver o verde de. Bennett pegou uma cadeira e se sentou ao seu lado. Durante pouco mais de uma hora explicou a ambos o acontecido. Aquilo lhe recordou a agonia que sofreu quando seu marido decidiu bater-se em duelo por sua honra. O que teriam feito ela e seu filho se tivesse morrido? Olhou sua esposa e esboçou um pequeno sorriso quando ela mostrou um grande assombro em seu rosto. Porque me encontrou! Onde estavam quando toda Londres cochichava sobre o acontecido à senhorita Pearson?

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Talvez isso faça com que Roger se salve desse fatídico enlace. Entretanto, meus pais foram. Pouco tempo depois daquela notícia, o prometido se alistou no exército. Ao que parece, em umas manobras que deviam realizar, a alguém escapou uma bala e disparou nele. Ninguém podia resolver sua dor, sua perda, seu vazio. Mas era normal. Entretanto, agora o que tinha? Nada , salvo as dívidas. Fechou o livro de contas que estudava e começou a chorar de novo.

Os deficits começavam a superar o dinheiro que guardava e, tal como imaginou,. Só restava enfrentar com integridade o desastroso futuro. Olhou de novo a carta que tinha sobre a mesa.

Nela sua tia avó lhe explicava que uma conhecida sua necessitava de uma instrutora para seus filhos. Era uma boa oportunidade para partir de Londres e afastar-se de tudo.

Possivelmente deste modo também deixaria de sofrer as impertinentes visitas. O primeiro em lhe comentar tal loucura foi o senhor Coleman. Dia após dia apareciam mais cavalheiros com a esperança de encontrar seu ansiado sim. Maldita seja! Evelyn correu para a janela. Afastou as cortinas e ficou observando a pessoa que avançava para a entrada. Durante uns instantes se manteve calada meditando em silêncio como poderia fugir da visita. Começou a passear de um lado para o outro ao tempo em que blasfemava sem parar.

Que demônios fazia ali? Como lhe ocorria aparecer em sua casa depois do ocorrido? Recebo-o ou espero que bata à porta? Como você vai lhe receber? Durante o trajeto recordou uma e outra vez a noite da partida. Entretanto, seguia sem encontrar aquilo que procurava.

Era tanta sua raiva pelo que ia fazer que começasse a golpear com os punhos o interior do carro. De repente, o coche parou.

Escutou o relinchar dos cavalos e como o cocheiro descia do assento. Quis pegar a maçaneta e impedir que o lacaio realizasse seu trabalho. E se ficasse ali encerrado o resto de seus dias? Poderia salvar-se? Roger inspirou tudo o que pôde quando elevou a vista para a residência. Alisou o traje, apertou o chapéu com força na cabeça e começou a subir os degraus que o conduziam para sua morte. Sim, sua morte. Embora pensasse que se falecesse antes de tocar a porta, seria o homem mais feliz do mundo.

Preciso falar com a senhorita Pearson. Encontra-se no lar? Quem digo que deseja vê-la? Levava o cabelo recolhido em um volumoso coque embora lhe tivesse escapado algumas mechas.

Roger observou a cor e ficou sem fala. Encantado pelo brilho, tomou ar tentando manter a compostura, mas foi pior.

Quando o perfume da mulher se introduziu em seu nariz, algo nele despertou com mais rapidez. Por uns instantes seu mau humor. De repente teve vontade de sair correndo, fugir o antes possível dali.

Estava louco! Era um homem maldito. Como ia manter seu juramento? Tinha-o hipnotizado até tal ponto que estava a ponto de cometer uma loucura.

Entretanto, justo quando se ia dar a volta e baixar as escadas de três em três, a criada apareceu sorridente. Faltava-lhe ar.

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Notou como lhe suava o corpo e a pontada entre as calças aumentava em cada movimento de quadril. Roger elevou o olhar e tentou cravar suas pupilas no teto. Precisava acalmar aquele estranho desejo que lhe tinha despertado a criada. Nunca se tinha fixado em uma criada. Roger quis fechar os olhos para escutar a melodia que soava ao falar. Nunca tinha tido o prazer de ouvir um suave canto parecido ao das sereias e naquele momento o estava ouvindo.

Voltou a ficar mudo. Ao contato com sua pele, Roger notou uma aspereza imprópria de uma mulher de sua linhagem. Roger a seguiu com o olhar até que seus olhos se encontraram com os da criada. Mal lhe saíam as palavras, estava extasiado por culpa daquela mulher.

Abriu o envelope, tirou o documento e deixou que a criada o lesse ao mesmo tempo que ela. Observou-a tremer, depois como olhava a carta e logo dirigia suas verdes pupilas para ele. Enquanto a sujeitava entre seus braços, Bennett tentava sentir seu calor, cheirar seu aroma e imaginar que aquele cabelo vermelho.

Quando Roger a pousou sobre a cama, notou como se esfriava seu corpo e como começava a sentir saudades. Desesperado por tal loucura, caminhou com rapidez até colocar-se aos pés do leito. Você e eu estamos prometidos. A mulher emudeceu. Por que Colin tinha ideado. Nem as contínuas palavras de fôlego da Wanda a consolaram. Por mais que insistisse em. Que futuro a esperaria? Os homens mentiam.

Sussurravam as palavras que alguém precisava escutar, mas quando conseguiam o que andava procurando, esfumavam-se como as névoas matutinas. Ficou atônito quando viu em frente aos seus olhos a senhorita Pearson. O administrador tragou saliva. O que faz você aqui e sem seu véu? Você também assinou minha sentença de morte! Arthur afastou uma cadeira e esperou que ela se sentasse.

Logo rodeou a mesa e ocupou seu lugar. Recomendei-lhe que vendesse sua residência em Downing Street. O fez, colocou-a à venda sem que você soubesse durante seis meses, mas ninguém perguntou por ela e Colin começou a angustiar-se ao ver que o tempo passava, sua enfermidade o fazia mais débil e as dívidas aumentavam.

Colin esteve comprometido em um duelo? Ele jamais faria uma loucura assim! Até a própria rainha consentiu o enlace. Como conseguiu que nossa rainha assinasse uma coisa assim? Tem que casar-se com o senhor Bennett. Quando fechou a porta, o sol brilhava mais que nunca. Fechou os olhos e deixou que seus quentes raios a. Suas pernas começaram a debilitar-se. Notava como a força a abandonava. Era, de novo, uma.

Uma semana depois de aparecer no lar da senhorita Pearson, Roger começava a preparar-se para seu suposto grande dia. Apesar da insistência de seu ajudante de câmara para que se vestisse com um dos trajes azul marinho que guardava para celebrações especiais, escolheu o negro, dando um aspecto ainda mais tétrico, se era possível. Durante os sete dias aproveitou para visitar seus pais e lhes dar a boa nova. Logicamente, Roger saiu da casa de seus pais com um sentimento de sufoco que nem a garrafa que guardava na carruagem pôde eliminar.

Durante toda sua vida lhe. Em poucos dias recebeu a resposta de ambos. Assim que se encontrava sozinho, em sua casa, em seu quarto e com o traje eleito. Oh, que precioso sangue, Purificador, Que de toda a mancha lava, o pecador! Oh, que precioso sangue, Fala-nos de paz; Tudo quanto a lei exige, satisfaz! Oh, que precioso sangue, Por ele entrarei, Sem receio, na presença, do meu Rei! Oh, que precioso sangue, Do bom Salvador, Hoje a todos manifesta, Seu amor!

Mu Ngetsemane, Kitombe kiexi muene bui! Kuavundu, né kandeia ngó! Lamba diahi ngó! U ki fika nanii? Dilamba dia mu vundu box'! Muk'uahi u mu banda ngó! Uoso uandekele kikalakalu kiê, Uanda ku ki zuba mu muxima ué. Conheceis agora o divinal poder Desse sangue que Cristo verteu? Confiais no sangue desse Salvador E viveis agora em Sua luz? Desejais com Ele todo o dia andar — Com Jesus, que por vós padeceu? E quereis no Seu amparo descansar, No valor da promessa que deu?

Ualu ambata lelu o dikulusu dié? Mu maniinga ua dielela ue? Como foi que me salvei? Pelo precioso sangue! Como paz com Deus achei? Sempre pelo mesmo sangue! Oh, fonte sem igual, Que lava nosso mal!

Inda pelo mesmo sangue! Mu kutena ngô kua sange. Ia buiu mbungu jê! Ó, pange! Nda u diuane kiene o Sange. Nga diuana henda iê Ia ngi vuua ue mu Sange! Ki ngi tena kuimba ngó Kale ngi di tenda o Sange!

A ngi lolokele pe. Mu ku di xikina o Sange! A ngi zelesele ue, Mu ku di sukula o Sange! Morri na cruz por ti, Morri p'ra te livrar; Meu sangue, sim, verti — E posso te salvar.

Morri , morri na cruz por ti: Que jazes tu por mim? Vivi no mundo aí Com dor, com dissabor; Sim, tudo fiz por ti, P'ra ser teu Salvador. Dibata dia Tat'etu Ni kiandu kia ngi be, Nga xisa hanji pe Kusota mueniu ué; Dibata dioso nga di xié Kusota mueniu ué. Ni ndumba ia jihadi Nga mono box'aba; Nga bânge ni jinguma Kufula kufua kué. Nga bânge ni jinguma jé Kufula kufua kué. Kukula mueniu ué. Bendito seja o Cordeiro, Que na cruz por nós padeceu!

Bendito seja o Seu sangue, Que por nós ali Ele verteu! Alvo mais que a neve! Sim, nesse sangue lavado, Mais alvo que a neve serei! Eis nessas chagas pureza Para o maior pecador! Pois que, mais alvos que a neve, O Teu sangue nos torna, Senhor!

Sim, e de todo o pecado! Que maravilha de amor! Pois que mais alvos que a neve O Teu sangue nos torna, Senhor! Maniinga ió umbanda sai. Foi por mim! Até à cruz o meu Jesus foi por mim, Minh'alma p'ra salvar. Ku tekete! Pendurado no madeiro, Oh! Jesus, quiseste assim Resgatar do cativeiro, E provar-me amor sem fim! O Teu sangue foi vertido. Expiraste, oh meu Jesus!

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Nesse sangue, que verteste, Purifica-me, Senhor; Foi por mim que Tu morreste; Sê propício ao pecador! Eu bem sei. Vinde a mim! Ei-Lo ali na cruz pregado; Chama a todo o pecador A limpar o seu pecado Nesse sangue expiador. Uafu Ngana bu kididi Kiami ku dik'lusu diê. U kilumbu kia ió a tate Ni misusu, ai ué! Mu dikolo dia ituxi Ia' tutumba mua vundu!

Nga lembua-ku pe, nga bele O kumona fuma ié. O mu tubia kana dingi, Kubuluka kuenu sai. Tala muene ku dik'lusu! Sim, sobre a cruz, em meu lugar, Jesus morreu p'ra me salvar!

Salvo e seguro ríEle estou, Pois com Seu sangue me comprou. Com terno e verdadeiro amor Seguiu-me sempre o Salvador. Bendito dia, quando, enfim, Vi Cristo sobre a cruz por mim! Vencido pelo Seu amor, Rendi-me logo ao Salvador. Vem alma aflita, descansar! Eis Cristo pronto a perdoar! Todos devem saber! Jesus é meu Salvador sempre, E todos devem saber!

Ua sumbu ufolo uê ua kidi Ni maniing , a tulu iê. Nanii ua tu bela mueniu uê? Ua bange kié? Ua file pe. Mu henda iê. Anju, sumbala ien' ukôla 3 Ieju lembua kongo diê.

Kua bingi Mon'a Nzambi muene Kuia ku dik'lusu diê. Morto Ele riâo ficou! Triunfante, Cristo ressurgiu! A vitória sobre a morte ali ganhou, E no céu, vitorioso, Cristo entrou. Aleluia, ressurgiu! Jesus ressuscitou!

Os anjos, com fervor, E nós agora, sem cessar, Louvemos o Senhor! Ua fukunuka pe! Kristu ua tolola nguma jê; O kitombe kiene kia mu lembua ue Ngana uaii buiu ni jianju jê: Kafue di 1! Kafue d?! Tala ku mbila iê, tadi dionene, A i kolesa ue, kidimbu kiâ. Tu mu kaiela, ua tuamena njila iê. Sobre a morte triunfou; Aleluia! Uma vez na cruz sofreu; Aleluia! Uma vez por nós morreu; Aleluia! Gratos hinos entoai; Aleluia! A Jesus o grande Rei; Aleluia! Pois à morte quis baixar; Aleluia! Pecadores p'ra salvar; Aleluia!

Eis que vive o Morto! Ele é o Homem-Deus, Criador de tudo, na terra e nos céus. Ua bele mueniu uê, ua fukunuka pe!

Ku jixi ni maulu ue kolenu njimbu ii. Ku kolo ia jianju jé bande-ku dizui dié. Findou-se a luta de Jesus! Nosso Senhor venceu na cruz, Nestes desertos raia a luz! Com majestade divinal Quebrou o império infernal; Erguei o salmo triunfal!

Almas perdidas resgatou! A presa do cruel soltou! Entrada nos céus nos ganhou! Vencida a morte e seu horror, Subiu à glória o Redentor! Rompei em cantos de louvor! Ua i lu kiabu ita iê, Ua bânge ku dik'lusu diê, Ua bana mueniu mundu uê.

Atu mu ubika uâ, Ku tueza tu jihule jê, Kolenu o kikoue kiê, Aleluia! Mulonga sai dilemba diê, Ituxi sai dibonzo diê, Tu zela mu maniinga mê. Kalunga kabu usueia uê Ua xitununa njila iê; Tu kaiedienu hoka iê Aleluia! Saudai o nome de Jesus; Cantai o Seu louvor. De todos o Senhor. Oh, faze-nos sentir A força do Teu grande amor, Domina-nos, Senhor! Domina-nos, Senhor! Pela força do Teu grande amor, Domina-nos, Senhor! Ni Izraele. Akua ituxi eze pe Ku di bakula uâ 3 A dionde bu kinama kiê, A suue Ngana iâ.

Ver N. O jiji ua ji kuatesa, ni jende njila jâ; 'Kumbi dia tumina muania, o mbeji usuku uê. Resplendor da eterna glória!

Exultamos em louvar — Em contar a santa história De Quem veio aos maus salvar. Celebramos-Te, descido Mesmo à morte p'ra tirar Nossa culpa, e, ressurgido, P'ra da morte nos livrar. Ngi sota dingi dizui diê 3 Dia ku ngi longa ue; Sai ngunzu ia ku mu ivua, ni Kukala jinga nê. Ngi kumbidila maka mê 3 Ngi kalakala ue, Kulonga atu henda iê 3 Ni kudituma nê.

A Cristo coroai! Que por nós encarnou. Ele é o Rei dos reis! O Príncipe da Paz!

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Vamos sempre triunfantes, Fortes no Senhor. No bom Salvador. É Jesus que me alegra, Confiando em Seu amor! Anju jazele ja diulu 3 Jimba, jimba; 'Ngunga ja ng'lasa ji xika. Nguzu, jinga; Polo ia Ngana i benia. Ngiji ia henda lelu Iza, iza, Diulu diezala ni mimbu, Tuimba, tuimba! Tuimba ni nguzu ioso Fuma ia henda iê: Zenu tu kuate kuimba Midi ia mivu nê. Por que temer as comoções do mundo?

Eu sou muito fraquinho, Cristo é meu Protector; Sei que me cerca em toda a parte Seu grande amor. Mbila iê ia xala ngó; Ua tundu-mu ni kutena; Mubuludi uami ió.

Dizui dia jianju joso Emba o kikoue kiê; Em ue, tua sanguluka, Mon' a Nzambi mala nê. Lelu muene ua ngi sungu Kukaiela njila iê; Nga i kuata kate hadia Nga kà tuia 'bata diê. Ó povos, tribos e nações, O Rei dos reis honrai. Jesus em vossos corações Com glória coroai. Tata ua mu ixana di', Ua vutula Nzumbi iê, Ni mueniu uê.

Com ânsia desejamos ver no mundo aqui raiar O dia alegre.

Canto dos Malditos na Terra do Nunca

Glória, glóna, aleluia! E meus pecados na sepultura Eternamente sepultos deixou! Glória, glória ahluia! Glória, glória aleluia! Ni dikumbi ni tetembua joso jandu suama ue, Ni milundu ni matadi iandu lenga polo iê, Ni kalunga ni jingiji joso ji kukuta ue, Mu kuivua dizui diê.

Oxi ioso iandu botomoka kia bu polo iê, Ni matubia ma jinjinda mandu zuba ioso ue; Ivua, eie mukua ituxi, uandu suama dingi kue' Kulenga polo iê? Esperaremos esse alvor Como os que aguardam seu Senhor.

Vem, Senhor Jesus! Ualu niunga mu ngong' umu; Mubuludi ué uiza, Zangula mesu mé, Uiza di'ni ungana uê.

DESCANSAR DOS NA BAIXAR DO MUSICA CANTO NUNCA TERRA MALDITOS

Saudai ao Rei celestial, Que toma aqui poder real! Saudai o imperial Senhor, — Jesus, Rei santo, Salvador! Ua tu dimuna, mu mbele iê, Kukumbidila mutendelu uê; Uoso ua tono kuzediua kuê.

Que dia de glória e gozo também! Pela sua chegada convém madrugar. Momento ditoso de ouvir Sua voz! P'lo Noivo da Igreja convém madrugar. Ó Cristo glorioso! Vem, Salvador, vem! Queremos, queremos, por Ti madrugar. Tua sendela, kidi kie? Se uiza pe mu kimene-mene Uanda ku tu ixana ue 3 Tuanda kubakula jitalendu jê, Kuila u tu tanesa?

Kuila tu jingunza ja kidi muene? Tua bange vondadi iê? Kuela mu muxima ki tuala na-ku. Futu mueniu ki uabué. Bendito o peregrino, quando vier! Entra no lar divino, quando vier! Finda a febril canseira, quando vier! Finda a mortal carreira, quando vier! Servindo-0 desvelados, quando vier!

Choro, pesar, tristeza, quando vier! De todos o Senhor, e nosso Salvador! Mu kikangalakata! Tua bondalala muene! Tuie ku mu sangesa, h? U tolokala ioso 3 mu kuiza kuê: Malamba ma kituka jimbote jê. Tu langidile tara; mu kuiza kuê, Tu kumbidile muene ni Nzumbi iê. Mukuetu, lenguluka, tuietu ue, Tu takanese muene ni Nzumbi iê. Breve o dia ve? Breve o dia vem! Muene ua tu be kizuelu Kuma 'bata dietu sai, Diene dia tu iudikila, Etu tua mu kinga ngó; O kizuua kia zediua Tuivua koloneta iê 3 Ia kukumbidila kia kizuelu kiê.

Espírito Divino, Grande Ensinador. Ouve com favor! Em poder e graça insigne Obre o Teu amor! Maravilhas soberanas, outros povos vêm; Oh! Hebreus 7 : Nzumbi ia Nzambi! Uize ungana ué; Tu ivue, Ngana, tua ku diondo.

Bane henda ié. Ize ku tu kuatekesa, Tu bane mueniu, Tu muikine mua vundu, U zelese-mu. Ize, tualu kinga baba, Ize kindala, Uike mu mixima ietu Tubia tua henda. Como ovelha extraviada. Longe do redil vaguei; Tu, minha alma procuraste, Me levaste à Tua grei.

Quanto à Tua graça devo, Dia a dia, ó meu Pastor! Prende-me por essa graça A Teu lado, meu Senhor. Somente em Ti, Jesus, confio, ó Salvador! É só no Teu excelso amor Que tenho abrigo, ó meu Senhor!

Eu pobre escravo fui; mas Tu, Senhor Jesus, Do jugo que senti, livraste-me na cruz. E preso pelo Teu amor Agora sirvo a Ti, Senhor. Eu com Jesus descansarei, E Seu louvor entoarei. Nga kexile mu iluezu, Nga boleie mu ituxi: Mon'é pe mu ngi bulula, Ua tudile mueniu uê. Tambule muxima uami, Maku ni inama ue; Kondeka-iu, Ngana iami, Nuka dingi ngi ku xié. Andai pelo Espírito Santo E assim nunca mais cumprireis A concupiscência da carne; Sobre ela domínio tereis. Divino Preceptor, Mostra-nos o Salvador!

Tu, bom Consolador, Enche-nos de santo amor. Sanguluisa ngenji ié, Mu ku kuivua dizui dié; U mu endese mueniu uê, Kate ku dibata diê. O mundo perdido em pecado ficou; Jesus é a luz do mundo! Nas trevas sombrias a glória brilhou — Jesus é a luz do mundo! A luz do Seu rosto da noite faz dia; Jesus é a luz do mundo! Andemos na luz e sigamos o Guia; Jesus é a luz do mundo! Ó cegos, que andais nessas sendas de horror, Jesus é a luz do mundo! Ali, com Seus remidos A glória partilhar!

Ki tu mu kaiela. Importa renascer! Vós, filhos do mundo, escutai ao Senhor, Que sempre vos chama com mui terno amor. Sim, me purificou No sangue da Sua cruz. Ió ua tena ioso, o Nzumbi iê ngó Muene u ku vuala di'. Em Jesus Cristo é só confiar Pensa em Jesus — Sua graça e amor. Arrependido, vem, vem a Jesus. É só Jesus, o mesmo que morreu, Que tira as nossas culpas E nos conduz ao céu. Kidi kie. Ngana iami, kidi kie, ua ngi bana ufolo uê, Nga diuana ue, ki ngevu umbatigi uê.

Embora nada tenha aqui, A sua herança vê-se ali Nos céus, junto com Jesus, A Quem o mundo deu a cruz. Enda mu mukengeji uê 3 Ni mu manianiu mê; Ehele kia muxima ué Kunanga jinga nê. Proclamemos a mensagem Do bendito Salvador, Que na cruz foi levantado, P'ra salvar o pecador. Que gloriosas novas! Contemplemos as feridas Que no mundo recebeu;. Mas de glória revestido, Eis Aquele que sofreu.

Ni itote iê uemana Mu diondela mundu uê; Uoso kia u mu xikana, Iabu o milonga iê. Cristo Jesus veio para morrer, Do meu pecado o castigo sofrer; Graça divina na cruz posso ver! Veio por mim, por mim! Sim, meu perigo de longe previu; Minha desgraça e miséria sentiu; Para salvar-me, em morrer consentiu, Mesmo por mim, por mim! Exultai, ó peregrinos, E louvores mil rendei!

É dourada a nossa estrada! Vamos ver nosso amado Rei! Uoso u mu xikana! Vala jinga ni mueniu, O mueniu ua Nzambi. Uoso u ta ituxi, Kala luua ni henda; Hanji ua xala 'mbika, Mubika ua iruxi. A mensagem proclamai: É Jesus o Salvador! Com fervor anunciai, É Jesus o Salvador! A notícia gozo traz — É Jesus o Salvador! Ngolokela tua i vué, U bulula, Kristu ió! Tumbulenu fuma iê, U bulula, Kristu ió!

Mak' a fuama kuenda nâ, U bulula, Kristu ió! Ku maxokololo kiâ, U bulula, Kristu ió! O kitembu pe mukuâ, U bulula, Kristu ió! Ka landuke 'buia jâ, U bulula, Kristu ió! Como adiar, se a Jesus interessa Salvar-me a mim e a ti? Como hesitar, ante a rica promessa Que faz a mim e a ti? O tempo foge, os minutos se escoam, Fogem de mim e de ti; Ecos de morte se acercam, e soam Perto de mim e de ti. Como Ele esquece e perdoa o pecado, Perdoa a mim e a ti! Resgatou-me e prometeu-me Ser comigo até ao fim.

Lenga indala ko kuê; Xisa mahamba, u diele ituxi, N'a ku loloke ue. Cristo salva, Cristo salva. Salva o pecador. Seu sangue derramou na cruz Caminho para abrir, Estrada recta que conduz Ao céu, de nós porvir. Vós, sem dinheiro, comprai e comei! Por que cansar- vos sem ver proveito? Ó vinde, e vós satisfeitos sereis. Muala ni nzala, né ngó kitadi, Kudia kua soko mu tambula ngó.

Mua mu zanga ngó kitadi kienu? Mua sumbu kiebi? Mua kalakala, né ngoho futu! Sai kididi kia mauenji, Ni kia kutonoka sai; Muene pe ua ku fuidile, Ku mu ba kididi, ngué? Ku a bana kididi 3 ngué? Ndumba dia izuua, kiabu. Sai kididi kia ituxi, Uanga, ni jimvunda jé, Kia jimvunji, kia mahamba: Ua ku banga, kifua né? Ouçam a voz do Bom Pastor, Que no deserto, com amor, Busca as ovelhas que no mal Andam bem longe do curral. Quem ao Pastor quer ajudar Essas ovelhas a buscar?

Ver n. Jikula di' muxima ué, Uala kuixana 'jina dié. Itaia lelu dizui diê, Ku lenge dingi henda iê. Palavras do bom Deus de amor! Cristo salva o pecador, Aleluia! Salva-o até por meio dum olhar! Ele salva o pecador: Aleluia! Tu mu tumaka ijila iê, Tu mu sambela jinga ue, N'a tu bane N zumbi iê, Mu mixima ietu. Mukuetu, tamanu u mu zola ue. Mukuetu mu Uamba,? Bu kala kizuua nga kala kua Tata; Tamanu, mukuetu, ua kàle-ku ue.

Kizuua kia kuila a kà ngi zuika-kiu, Ni eie, tamanu a ku zuika ue. U kale mu samba, ku a diondela ene; Tat 'etu u ku ivua o musambu uê. Quanto amor!

Descansar - Canto Dos Malditos Na Terra do Nunca - VAGALUME

Meu Pai mas deu, meu Pai mas deu; Maior que todos é. Muene mutu ua ku zola, 'Kamba dié dia muxmVé; Ua mesena kubokona: Mu jikuile 'bitu dié. Ua mesena kubokona, Ni a katule ituxi ié; Ua mesena ku i sukula, Ni maniinga a tulu iê. Mu jikuile o dibitu, Ni a kaiese o diabu; Mu ambele, Ngana iami, Bokona, zé m'onzo ié. A voz do céu vos chama: Quereis a Cristo vir?

Ao bendito Salvador. Mu tule ngoho lukuaku! Ua kiambe ió, Kabasa nga kuata Muxiku 'a tanga iê; Kubaba ngó ku bana kuiluka, U kola nguzu iê. Palavra abençoada, Convite que contém Promessa e cumprimento, Com infinito bem! Eis, cheio de ternura, Jesus vos chama a Si, Escravos do pecado. Vinde, oh, vinde a Mim! Tristes, carregados, vinde, oh, vinde a Mim!

Fracos e cansados, vinde, oh, vinde a Mim! Por que vagar nas trevas, Podendo andar na luz? Com Seu sangue, o Redentor Santifica o pecador. Glória, glória, aleluia! Vencendo vem Jesus! Ki mu laleke! Uoso ka laleka, u buluka. Mu xikana Kristu ngó. Ki mu laleke, muene Dikamba, Uala ue kabila ké. Mutu ua ku banga, muene Ngana ié, Mukua ku ku kana ni kixanu kiê: Kene kubinjika, kutolola nguê; Kale u xikina mu vondadi ié.

Muene u tudisa kutondala kué, Bonzo diê di buisa o maxaka mé; U ku be kidifua kiedi kal' o kiê, U ku tunga moxi 3 u di tume nê. Buala ni kubanga, sai jinguma jé; Pambu ji jimbisa ja nzungule ue: Kuenda pe ubeka, kana, ku tené; Nienganana muene, u di rume nê.

O kukumbidila 'kalakalu kié, Ni kukuatekesa oso 'ngenji iê, Kuima ue ibundu kal' u tangu iê, 'Zuua ioso binga u di tume nê. Cristo à tua porta chama; Ele quer entrar. Ele deu a Sua vida, Com divino amor. Hoje a ti Jesus convida: Vem, ó pecador! Um nome, sim, um só, — o nome de Jesus!

Ua kate mu muxima ué? Sai nzala ngó mu mueniu ué? Ua tate ni ituxi ié? Dibitu dimoxi, Jiiadi 'mbandu jê; Eme ngala moxi, — E' pe, uala kue? Vem, vem, vem! U sote Mubuludi ni muloloko ué. Kindala ngi dikola; Uitaia, U lungé! Do teu pecado te queres livrar? Em santidade tu queres viver?