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Guias Home Guia para pegar montarias lokas Addons 3. Wayne doesn t explain where the 6-month gaps have come from. Indeed, it often seems to be unreasonably assumed that teachers have time to fulfill this role in the normal course of their work. The reader will find a full outline of a lesson related to the task in Figure 5 on the MAP website 2 ; space does not permit us to reproduce all the details here. Desenvolveu-se como um projeto interdisciplinar que envolveu toda a turma.

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O professor fala do ponto de vista cientfico, envolve os estudantes em questes e respostas, incentivando-os a trabalhar em pares e a discutir as ideias op. Porm, os processos de monitorao e respostas so mais difceis pelo fato de que o professor trabalha no com um estudante por vez, mas com todo um grupo de estudantes e por vezes mais de um grupo.

Sendo a autora deste trabalho, professora de Fsica, ao estudar bibliografias a respeito de Ensino de Fsica e tambm constatando em sala de aula, o que foi argumentado por Mortiner e Scott que os estudantes tem dificuldades de se expressarem.

Ou por no saberem ou por terem dificuldades de se expressarem, acrescenta-se, por experincia, tm "medo de errar". E o professor, por meio de um relatrio gerado pelo aplicativo, verifica o contedo abordado, e seu processo de monitorao passa a ser de um para muitos, muitos para muitos, dependendo do nvel de familiaridade dos estudantes com o processo de corregulao de aprendizagem que proposto no aplicativo "Cooperao".

Na continuidade deste trabalho, para a proposio do modelo terico do artefato social - aplicativo "Cooperao" - que foi implementado na Redu para a pesquisa, procedeu-se a uma anlise comparativa de artefatos sociais orientados pelo princpio de corregulao. Artefatos Sociais e Autorregulao da Aprendizagem Este captulo descreve de forma sucinta alguns trabalhos relacionados proposio de artefatos sociais que contribuem com a avaliao pedaggica, mais especificamente aqueles relacionados ao processo de autorregulao com estratgias de corregulao, para avaliao formadora, em pares.

Dividido em trs partes, a primeira reflete sobre a autorregulao de aprendizagem em modelos propostos em caneta e papel; a segunda apresenta brevemente artefatos tidos como competidores ao aplicativo produzido e implementado no experimento desta tese; e a terceira, estabelece uma leitura comparativa dos artefatos sociais apresentados na segunda parte, com vistas a refletir sobre a potencial efetivao do processo regulatrio - autorregulao, corregulao, autoavaliao, cooperao, colaborao - com anonimato, pelos sistemas observados.

Porm, tm pressupostos esto contidos em todos os modelos, a saber: a assumir o estudante como um construtor ativo de seus objetivos, significados e de suas estratgias; b manifestar potencialidade dos estudantes de controlar regular e monitorar os comportamentos, a cognio e as motivaes e, mesmo, as prprias condies ambientais; c avaliar sistematicamente, de forma inerente, o processo autorregulatrio, consistindo numa comparao do nvel de resultados obtidos e os objetivos ou critrios previamente definidos; e d considerar a atividade autorregulatria como mediadora da relao entre as caractersticas pessoais, as caractersticas do contexto e o desempenho cf.

Segundo Bilimria , p. Alm disso, se algumas perspectivas tendem a focar-se na pessoa, como ser racional e cognitivo, mesmo que capaz de construir os seus prprios esquemas ex. Ainda para outras perspectivas, a imitao idiossincrtica dos modelos que conduz aquisio de competncias auto-regulatrias ex. Sendo assim, o presente trabalho toma o modelo sociocultural de aprendizagem cf. Dentre os trabalhos relevantes para esta pesquisa, tem-se a obra de Sanmart como uma das principais referncias, pois serviu de inspirao proposio do artefato "Cooperao".

Este retrata uma atividade prtica realizada em sala de aula com caneta e papel, em pares, que estimulam a capacidade dos estudantes para se autoavaliar e se coavaliar, utilizando como base questes e respostas de exerccios realizados em sala de aula, e que, ainda assim, geram dificuldades e erros. Foi realizada com estudantes que j tinham experincia neste tipo de atividade e que as valorizaram, porque comprovaram servir obteno de melhores resultados na avaliao final.

Outras pesquisas tambm contriburam para as reflexes sobre o artefato a ser produzido, tais como, a de Figueiredo , na qual apresenta o conceito de autorregulao scio-cognitiva, para analisar o papel do professor e dos pares, durante o desenvolvimento de competncias na autorregulao de aprendizagem. Este autor, oferece vrias propostas prticas para a utilizao em sala de aula. Freire apresenta estratgias que permitem estudantes e professores autorregularem suas interaes, com reflexo sobre as aprendizagens.

Gennip et al. O artefato produzido para esta tese fundamenta-se neste propsito. Outrossim, Loke e Chow realizaram um trabalho cooperativo em pares num curso de enfermagem, com o qual demonstraram como estudantes mais avanados ajudaram estudantes dos primeiros anos iniciais, num processo de tutoria presencial.

A concluso revelou resultados benficos para ambos, tutores e aprendizes. Outro aspecto relevante da avaliao formativa diz respeito importncia do feedback para desenvolvimento da aprendizagem. O trabalho de Zhao relata a nfase dada pelos estudantes aos feedbacks dos professores, mesmo sem entender a significncia. Para tanto, no Exerccio autorregulatrio, deu-se a oportunidade de formao de pares, tanto com estudantes, quanto com o professor sempre de forma annima, evitando a tendncia valorizao do feedback do professor, pelos estudantes.

Mais detalhes so apresentados na primeira etapa do mtodo de pesquisa no Captulo 4 deste trabalho. O Quadro 2 a seguir serve para identificar quais os trabalhos analisados na comparao para essa perspectivas.

Quadro 2 - Relao dos trabalhos analisados. A breve apresentao objetiva dar uma viso geral dos artefatos sociais que tambm se constroem sob o princpio da regulao. Incorporada ao AVA ROODA Rede cooperativa de Aprendizagem , desenvolvido pela equipe interdisciplinar do ncleo de tecnologia digital aplicada educao, da UFRGS Universidade Federal do Rio Grande do Sul , uma ferramenta capaz de mapear as interaes a partir de um enfoque quantitativo e qualitativo, tanto numa perspectiva individual, quanto interindividual, dentro dessa rede cooperativa cf.

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Para essa avaliao, o conhecimento entendido como um construo individual, o qual decorre da interao do sujeito com o meio. Para tanto, o InterRODDA busca delinear as possibilidades de interpretao das interaes mapeadas, a partir dos dados coletados, luz do modelo de rede cooperativa de aprendizagem, de forma a potencializar os processos de avaliao de aprendizagem na modalidade a distncia.

Seus idealizadores, Bassani e Behar, pesquisadores atuando no Rio Grande do Sul, sugerem que sejam observadas as interaes coletivas, considerando-se aspectos no s quantitativos, mas tambm qualitativos das contribuies online.

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Desse modo, o uso do artefato analisado em sua possibilidade de fomentar a cooperao, posto que permite a visualizao das interaes. Tem o objetivo explcito nas ferramentas e estruturas de design colaborativo, de dar suporte aos estudantes para regularem suas atividades e tarefas de aprendizagem colaborativa.

O kit de aprendizagem texto, diagramas, fotos, mapas, tabelas, udio e vdeo clipes pertence a um aprendiz, a um grupo de aprendizes, ou a um aprendiz e um instrutor. Fornece ferramentas cognitivas para os aprendizes criarem, compartilharem e trocarem objetos de informao. Todos os painis do gStudy so expostos para mostrar busca, mapa conceitual, catlogo de kits, tabela de contedos do kit selecionado e painel que identifica os objetos de informao que esto conectados aos dados na seo do kit que est vista.

Os objetos de informao com autor, dado criado e dado modificado permitem aos estudantes, que esto co-construindo um kit aprendizagem rever informaes sobre objetos adicionados ao kit, quem adicionou e onde foi adicionado. Essa ltima ferramenta, chat, deles pode ser configurada para fornecer prompts e regras para guiar aprendizes em seus trabalhos colaborativos chat guiado - gChat. O gStudy tambm permite que aprendizes criem seus prprios kits e, por meio de gerenciamento de kits, podem compartilh-los ou dar retorno de suas verificaes nos kits de colaboradores ; Anlises um benefcio adicional que o gStudy oferece aos aprendizes e pesquisadores: habilidade para automaticamente e no obstrudos traar um engajamento de cada um dos usurios com o contedo, bem como com os mtodos de escolha dos aprendizes para processar cognitivamente os contedos.

O gStudy tambm registra log de dados sobre toda seleo e modificao feita nos objetos de informao notas, estratgias, glossrio de notas, labels , mudanas numa vista dos aprendizes na informao num kit de aprendizagem selecionando a biblioteca de estratgias ou ferramenta chat , especifica ferramentas selecionadas, entre outras possibilidades.

Os dados coletados no gStudy proporcionam oportunidades para se examinar o efeito recproco de aprendizagem autorregulada e atividade social atravs do tempo e um intervalo de tarefas acadmicas. Uma mudana visvel em pesquisas de aprendizagem colaborativa tem sido promovida com a reunio de dados essenciais para modelar variveis cognitivas e motivacionais. Esses dados geram processos colaborativos e caracterizam processos que constroem produtos ativados por colaborao.

Com todas as funcionalidades supracitadas, pode-se entender que o referido competidor atende a quase todas as caractersticas necessrias para o artefato proposto, porm no leva em considerao a importncia do anonimato, devido ao seu carter bastante amplo e tambm no se encontra em uma plataforma social educativa. Edinburgh- UK - os recursos educacionais de blogs oferecem oportunidades para os estudantes se tornarem aprendizes autodirecionados, num sustentado meio social cf.

Analisa as habilidades de a aprendizagem autodirecionada dos estudantes, como demonstrada em seus designs de dirios com reflexes tais como: o que voc tem aprendido hoje? Quais problemas voc atravessou e como resolveram eles?

O que voc quer para trabalhar na prxima vez? A anlise temtica usada para, de modo geral, categorizar os blogs dentro das seguintes reas de interesse: aprendizagem autodirecionada; expresso emocional e suporte social. Esse artefato colaborativo com ajuda em pares para as aprendizagens autodirecionadas, com possibilidade de categorizao dos dados que implica na visualizao das postagens pelo professor. Porm, no um artefato cooperativo, mas apenas colaborativo, pois no se preocupa com o anonimato e nem com a corregulao, bem como no possibilita ao estudante visualizar as interaes durante o processo de aprendizagem, diferenciando-se desta forma do artefato proposto neste trabalho.

Assim, esse artefato tecnolgico permite a visualizao das interaes pelo professor, e no pelo estudante. No entanto, no atende s caractersticas de anonimato, cooperao e visualizao pelo estudante, exigncias para a construo do artefato proposto para o experimento desta pesquisa.

Trabalho realizado na Espanha, cujos sujeitos de pesquisa forma dois grupos distintos de alunos de ps-graduao, logo estudantes com bom nvel de apropriao da tecnologia letramento digital , o estudo analisou a relao entre o design tcnicopedaggico de um portflio eletrnico transflio , a presena de ensino focada no uso da ferramenta e os processos de regulao do estudante no processo de ensino e aprendizagem online.

Um grupo recebeu instruo de um professor anteriormente ao uso do artefato, ao passo que ao outro grupo foi dada liberdade para perscrutarem o ambiente, sem instruo prvia. Os resultados revelaram acentuada diferena entre os grupos, ressaltando a importncia do suporte tcnico-pedaggico fornecido pelo professor. As funes do sistema web-SPA so o mdulo de gerenciamento do professor e o mdulo de autoavaliao e avaliao em pares cf.

O mdulo de gerenciamento do professor fornece aos professores uma interface de usurios que permite aos usurios executar vrias composies e funes de gerenciamento online, tais como fixar valores, fixar classe de parmetros, questionar "o como", para processo de escores de estudantes e observar vrios resultados de avaliao por todo o tempo.

Oferece, ainda, parmetros de configurao pelos professores, de modo que so eles que determinam as opes de vrios tipos de atividades de autoavaliao e de avaliao em par. Por exemplo: tipo de incumbncia e fixao de critrios de escores; tipo de escores; atividades e procedimentos de avaliao; agrupando randomicamente; e, display nickname.

Os professores podem ainda fazer os participantes das atividades de avaliao em par aparecerem anonimamente. So eles tambm que podem verificar os resultados avaliativos dentro do grupo e entre os grupos, via interface do web-SPA. Objetivando reduzir a carga de trabalho dos interagentes e melhorar a eficincia de execuo das atividades, o web-SPA fornece uma estrutura progressivamente focada em auto- e avaliao em par, o PFSPA progresively focused self- and peerassessment.

Tem-se: Primeira caracterstica do procedimento: o PFSPA enfatiza a natureza integrada e recorrente das atividades de autoavaliao, a observao dos trabalhos, avaliao em pares e interaes dos pares. Encoraja aprendizes para fazer melhor reflexo sobre e modificaes para os resultados de auto e avaliao em pares induzidas pelo seu aperfeioamento e mais introspectiva percepo aps a viso dos pares e interaes; Segunda caracterstica foca sobre contraste cada vez mais atento na qualidade de trabalho durante o processo de empreendimento das atividades e como isto faz sentido de qualidade e conscincia dos aprendizes sobre fazer julgamento cada vez melhor modulado.

Analisa o pior e o melhor trabalho selecionado pelo sistema; e Terceira caracterstica explora um balano entre a eficcia de avaliar trabalhos e a economia de colocao de tempo. Por um lado, isto aumenta as oportunidades para o avaliador observar e receber feedback e, por outro lado, requer menos tempo e energia mental. O web-SPA fornece mais diversidade nas formas de avaliao do que a tradicional autoavaliao em pares com a caneta e papel.

Forma da avaliao adotada neste estudo: usando trabalhos individuais, usando o esquema de escore percentual e comentrio de texto, annimo, avaliaes progressivas repetidas. Isto indica que as oportunidades para aprendizagem mtua e o feedback durante o processo de auto e avaliao em pares no s estimulam reflexo e ao julgamento sobre a qualidade de seus prprios trabalhos, mas tambm ajuda os estudantes a obter mais informaes sobre as bases sobre as quais modificam seus prprios trabalhos.

Por fim, importante destacar que o anonimato no web-SPA no uma caracterstica do artefato, mas uma possibilidade de ao do professor, alm de no permitir aos estudantes a visualizao das interaes durante o processo de aprendizagem, diferindo desta forma do artefato Exerccio autorregulatrio.

O on-line Peer Assessment System, proposto por Tseng e Tsai um sistema de online de avaliao em pares para ajudar estudantes do Ensino Mdio a desenvolverem roteiros de projetos, para um curso de computao.

Artefato tecnolgico que possibilita a autorregulao, corregulao e o anonimato de forma colaborativa, diferenciando-se do artefato proposto no mbito da visualizao das interaes pelos estudantes durante o processo de aprendizagem e o trabalho no realizado de forma cooperativa, como definido anteriormente. No experimento, o processo de avaliao em par se deu em seis semanas para os trs rounds voltas.

Em cada round volta , cada estudante recebeu comentrios e feedbacks de dez de seus pares de aprendizagem. Como resultado, cada par participante recebeu numerosos feedbacks para modificar seu trabalho atravs do processo de avaliao em pares. Importante destacar que as altas interaes em cada curto espao de tempo entre avaliadores e autores dos projetos so ativadas pelo sistema online, aspecto quase impossvel de ocorrer em sala de aula tradicional.

As tarefas de avaliao em pares permitem observar o processo de faco dos exerccios de aprendizagem permitindo a observao de quais habilidades so desenvolvidas ou no. Nesse processo de avaliao do trabalho em par e com o feedback do par, os estudantes gradualmente modificam seus trabalhos originais para melhor qualidade, construindo e redefinindo conhecimento atravs da interao social numa comunidade virtual.

Sofisticado notebook eletrnico, incorpora textos eletrnicos e guia estudantes em suas anotaes e atividades de estudo possui interface que pode ser adaptada a cursos, ou materiais de aprendizagem. Construdo sobre os princpios da noo de feedback e de aprendizagem autorregulada, seu uso tem o objetivo voltado para a aprendizagem autorregulada SRL.

Fundamentado em teorias de cognio, motivao e metacognio, o modelo proposto define quatro fases de estudo: a entender a tarefa; b fixar objetivos e planejar como ating-los; c decretar estudo tcito e estratgias; e d estudos metacognitivamente adaptado online e para o futuro.

O CoNoteS2 fornece ambos os suportes implcitos e explcito para monitorar metacognitivamente e controlar o engajamento nas quatro fases de estudo como aprendizagem autorregulada. Assim, aborda a visualizao das interaes pelos estudantes para a realizao da autorregulao no mbito cognitivo. NetPeas Networked Peer Assessment System O NetPeas avaliao em par baseado na web fundamenta-se nas noes de avaliao formativa, abordagem annima e interao assncrona na natureza.

Seus idealizadores, Lin, Liu e Yuan , ofereceram um artefato em que os estudantes podem construir e refinar o conhecimento apresentado por meio da interao social numa comunidade virtual.

Usado de modo a suportar avaliao em par baseada na web, possui trs ciclos de avaliao em par com a possibilidade de cada ciclo conter assessores em par, com um simples box estilo holstico de comentrios. Sendo assim, um artefato tecnolgico, porm no permite a visualizao das interaes dos estudantes durante o processo de aprendizagem, nem um trabalho cooperativo.

O processo inicia com a criao da avaliao pelo supervisor acadmico criando por meio de trs distintas reas, dentro do sistema webPA: meus formulrios; meus grupos e minhas avaliaes.

Na seo Meus formulrios, o tutor fixa os formulrios e os critrios especficos apropriados as questes que estudantes precisam responder ; em Meus grupos, o tutor estabelece convenientemente os grupos de estudantes, para obter registro de dados diretamente de um sistema computacional associado Universidade.

A composio de grupos no precisamente determinada, mas uma opo de alocao randmica; e, em Minhas avaliaes acessos , o estgio final a disponibilizao de cone de acesso aos formulrios e grupos para criar a avaliao. Durante o tempo que o sistema est ativo na web, todos os estudantes entram individualmente no ambiente, dando suas notas auto-avaliativas autoavaliao e aos pares avaliao em pares , de acordo com os critrios preestabelecidos.

Os dados so confidenciais para cada indivduo, mas registrado e armazenado de forma tal que somente o tutor pode ver anonimato para os pares. Uma vez que a avaliao tenha sido concluda, o tutor acadmico d uma nota ao grupo, para cada um dos grupos, e o webPA gera arquivos que podem ser baixados com detalhamento das notas para cada participante, ou seja, individualmente.

O inconveniente desse sistema , portanto, o artefato tecnolgico no possibilitar a cooperao nem a visualizao das interaes, pelos estudantes, durante o processo de aprendizagem. So eles: capacidade de fomentar a autorregulao e a corregulao da aprendizagem; a garantia do anonimato; a demanda por cooperao; e a possibilidade de visualizao aberta das interaes, durante o uso do artefato em uma situao de aprendizagem real.

Com base nesses elementos, montou-se um quadro comparativo entre artefatos sociais identificados de forma genrica como contendo tais requisitos, listados na seo anterior, com o objetivo de verificar aqui qual, ou quais deles melhor preencheriam as condies precpuas ao exerccio da autorregulao.

Essa lacuna serviu de orientao idealizao do artefato objeto desta pesquisa, por ser este um critrio assumido como condio fundamental soluo do problema persistente no Ensino Bsico, assim denominado no Brasil, de forma geral, qual seja, o da dificuldade em se lidar com o erro, seja por parte do professor, seja por parte do estudante.

Sobre a autorregulao, com exceo do InterROODA, todos os outros artefatos tecnolgicos oferecem essa possibilidade de atividade scio-cognitiva. Integrando uma rede cooperativa de aprendizagem, nele a avaliao facultada por meio da visualizao das colaboraes.

Destaquem-se tambm os artefatos webPA, web-SPA, e On-line Peer Assessment System por trabalhar com autorregulao e corregulao de forma colaborativa e annima, embora no realizem trabalho cooperativo, nem permitam a visualizao das interaes. Assim, a partir dessa observao com base nos critrios destacados no Quadro 3, o artefato tecnolgico - Exerccio autorregulatrio - foi implementado por meio de um aplicativo chamado "Cooperao", para este trabalho, proporcionando a autorregulao e a corregulao de forma annima, num trabalho cooperativo, com possibilidade de visualizao do processo de aprendizagem de todos e de cada um, dentro de um ambiente virtual colaborativo de aprendizagem, a plataforma social educativa Redu, escolhida para a realizao do experimento, mais adiante descrito.

Mtodo de pesquisa Este captulo apresenta os procedimentos metodolgicos utilizados nesta pesquisa. No momento oportuno explica-se como os dados foram tratados e quais os instrumentos utilizados para a anlise. Foi utilizado o mtodo qualitativo numa abordagem indutiva, uma vez que, Alami, Desjeux e Garabuau-Moussaoui afirmam que essa abordagem tenta explorar a realidade sem hipteses iniciais imponentes, mas apenas com um tema de pesquisa e, sem pressupostos sobre os resultados, implicando numa flexibilidade na realizao da pesquisa.

Dentre os grandes tipos de pesquisas qualitativas a pesquisa prvia; a pesquisa de explorao qualitativa; a pesquisa avaliao; a pesquisa prospectiva; a pesquisa qualitativa ps - quantitativa abordados por Alami et al. No intuito de atingir o objetivo de Conceber e verificar a efetividade do uso de um artefato social para avaliao formadora em ambiente virtual de aprendizagem por meio da estratgia de corregulao de aprendizagem foram escolhidas tcnicas Quadro utilizadas nesta pesquisa por meio de um Estudo de Caso.

Segundo Martins , p. Apesar de o aplicativo servir para qualquer rea de atuao do professor, foi aplicado a duas turmas do Ensino Secundrio de Fsica em Vila Real - Portugal, na cidade onde a autora foi interagir com o grupo de Didtica da Fsica e realizou o experimento do Estudo de Caso aqui retratado. Segundo Creswell , p. Logo, neste Estudo de Caso, a coleta de dados baseou-se em diversas fontes de evidncia, relacionadas com os objetivos especficos no Quadro 4, a seguir.

Quadro 4 Relao dos objetivos especficos com as respectivas tcnicas a serem utilizadas. Prototipar o artefato Exerccio Prototipagem de baixa fidelidade oriunda dos autorregulatrio para descrio das estudos tericos; Cenrios baseados na dificuldades encontradas. Teoria da Atividade; e Prototipagem de alta fidelidade.

Gerao de um Aplicativo 'Cooperao' na Redu. Observar o fenmeno de regulao da Observaes em aula presencial e dentro do aprendizagem na Zona de Aplicativo 'Cooperao' com registros Desenvolvimento Proximal ao longo de fotogrficos, vdeo de captura de tela e um perodo de trs meses. Modelar a estratgia de corregulao da Anlise dos dados coletados a luz das teorias aprendizagem para o fenmeno da de aprendizagem e da Teoria da Atividade. Observar e compreender a internalizao Anlise dos contedos de registros nos da atividade de corregulao pela dirios de auto-observao, e nos comparao das estruturas das atividades documentos finais relatrios e captura de ao e operao que ocorreram durante telas da Redu, desenvolvidos no passar de o perodo da utilizao do aplicativo trs meses da utilizao do aplicativo 'Cooperao' na REDU.

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Assim, esta tese foi dividida em seis fases da pesquisa, descritas nas prximas sees. Na primeira fase da pesquisa desta tese descreveu-se a identificao do problema e como se deu a idealizao do artefato proposto at o aplicativo "Cooperao", descrito em detalhes no prximo captulo desta tese.

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Na segunda fase da pesquisa escolheu-se das tcnicas de coleta de dados quantitativos e qualitativos e o planejamento da sua utilizao.

Na terceira fase da pesquisa explicou-se o contexto do Estudo de Caso e a importncia do artefato tecnolgico API REDU "Cooperao" para o Ensino da Fsica e tambm a escolha das questes para as trs rodadas momentos de utilizao do aplicativo no processo de ensino e de aprendizagem.

Na quarta fase da pesquisa descreveu-se a realizao do experimento e a coleta de dados em cada rodada de questes. Na quinta fase da pesquisa realizou-se a anlise dos dados obtidos no Estudo de Caso, levando em considerao as tcnicas de coleta de dados para esta pesquisa, que foram: questionrio Scio-cultural Apndice II , questionrio IPAAr Anexo I ,.

Finalmente na sexta fase da pesquisa descreveu-se detalhadamente os resultados e as concluses da tese observando as limitaes da pesquisa e propostas de trabalhos futuros. Nela tambm foi determinada a importncia da no exposio ao errar, dando fundamento ao artefato ser annimo. Figura 3 - Descrio da primeira fase da pesquisa. Na Figura , observa-se que por meio de bastante leituras e em especial do livro de Sanmart o qual originou um insight, o artefato foi materializado de imediato em um prottipo de papel baixa fidelidade mas j com papis bem definidos entre o professor e os estudantes.

Houve a necessidade de fazer diversos prottipos para melhorar a conversao entre a pesquisadora e o Designer que divergiam no entendimento dos papis dos atores deste plano social, que foi implementado pelo Designer na Redu com as hierarquias da Redu preservadas e as especificaes do trabalho de pesquisa tambm contempladas de forma que se gerou o aplicativo API REDU "Cooperao" que ser descrito no prximo captulo desta tese.

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Na Figura observa-se que foram escolhidos instrumentos de coleta de dados qualitativos e quantitativos. O questionrio scio-cultural detectar um perfil dos estudantes investigados neste Estudo de Caso. Figura 4 - Descrio da segunda fase da pesquisa. Examina fatos ou fenmenos que se deseja estudar.

A observao realizada neste Estudo de Caso foi individual e estruturada. Pois apenas a pesquisadora realizou a observao na sala de aula sem utilizao do aplicativo - aula de exerccios e com a utilizao do aplicativo - aula de exerccios tambm. Foi estruturada pois foi organizada e utilizava um gravador de udio.

A pesquisadora ficou sentada nas ltimas cadeiras da sala de aula, sem interferir, fazendo anotaes e tambm gravando. Durante todo o perodo de trs meses onde foram realizadas as trs rodadas de questes, os estudantes foram observados acompanhados pela pesquisadora na plataforma Redu, fora e dentro do aplicativo. Adems alguns estudantes gravaram vdeos de captura de telas14, onde foi possvel observar a atuao dos estudantes com mais detalhes e tambm as suas dificuldades na utilizao do aplicativo, atravs do movimento do cursor nas telas, gravadas no vdeo.

Para a gravao dos vdeos, os estudantes utilizaram o. AutoScreenRecord15, por sua leveza e facilidade de instalao. Dirios16 de Auto-Observao: proporcionam um registro do que os estudantes fizeram, quando e o que pensaram sobre suas interaes com a tecnologia PREECE et al. Neste Estudo de Caso, os dirios17 Apndice III foram distribudos durante o perodo em que os estudantes estavam realizando as atividades no aplicativo, mas retratavam a cooperao de uma forma geral e inclua tambm questes sobre a utilizao da plataforma Redu.

Foram utilizados nas trs rodadas de questes, sendo que na primeira rodada, os estudantes relataram suas auto-observaes durante cinco dias consecutivos, enquanto nas demais rodadas relataram apenas trs dias, devido ao momento de prova segunda rodada e na ltima rodada de questes devido ao perodo do estgio da pesquisadora est finalizando.

Vdeo gravado com um software que mapeia todo o movimento do cursor do mouse realizado na tela do computador pelo estudante. Deve ser ligado e desligado no momento desejado para gravao. Algumas perguntas realizadas nas entrevistas Apndice IV deste Estudo de Caso, tinham um formato de narrativa, para que os estudantes contassem a experincia vivenciada com o aplicativo na Redu.

Anlise de Contedo: uma tcnica para se estudar e analisar a comunicao de maneira prtica. Buscam-se inferncias confiveis de dados e informaes com respeito a determinado contexto, a partir dos discursos escritos ou orais de seus atores.

Uma escolha apropriada abordada quando se almeja analisar e avaliar textos de modo geral. Geralmente, o bom emprego desta tcnica sucede aps, ou em conjunto com uma pesquisa documental, ou mesmo aps a realizao de entrevistas MARTINS, Como se pode notar, a Anlise de Contedo quase certamente far parte do planejamento e desenvolvimento dos trabalhos de campo de um Estudo de Caso, pois auxiliar o pesquisador no processo de descrio e compreenso do material escrito coletado, pesquisa documental, bem como das falas dos sujeitos que compem a estrutura do caso sob estudo MARTINS, ; p.

Neste Estudo de Caso pode-se dizer que, a Anlise de Contedo envolveu as trs etapas fundamentais descritas segundo Martins , que so: a Pr-anlise - seleo do material e definio dos processos a serem seguidos. Para serem utilizados na pesquisa de campo foram selecionados e criados materiais escritos como os questionrios, as questes das entrevistas e os dirios de autoobservao. E outros materiais tais como fotografias do uso do aplicativo, entrevistas gravados em udio e utilizao do aplicativo gravados em vdeos de captura de tela.

Tudo planejado anteriormente coleta, baseados no Quadro 4 e descritos nessa seo. Para o Estudo de Caso aqui descrito, a implementao dos procedimentos ocorreram durante o processo de pesquisa de campo.

A medida que ia sendo coletado, eram transcritos e observados com narrativas, que redirecionavam, por exemplo, as perguntas das entrevistas posteriores, a fim de detalhar e buscar respostas aos comportamentos observados. Tambm foram sendo categorizados os dados transcritos da primeira rodada de questes por meio do software Nvivo 8 19, tanto das entrevistas quando dos vdeos de captura e dos dirios de auto-observao.

Esse procedimento foi realizado durante as trs rodadas de questes que se realizaram nos trs meses do estgio em Portugal.

O aplicativo API 'Cooperao' gerou para cada turma um relatrio de cada rodada de questes realizadas e dele pode-se obter as informaes dos erros cometidos em cada contexto e tambm a rede de interaes ocorridas ao longo de seu uso. A gerao de dedues foram determinadas com a explorao do material categorizado e do relatrio gerado pelo aplicativo com a finalidade de verificar a efetividade do uso de um artefato social para avaliao formadora em ambiente virtual.

Desta forma, a triangulao dos dados pode ser realizada com os achados da anlise de contedo realizada. A explicao sobre a importncia para o Ensino de Fsica est ressaltado Captulo 3 desta tese. Na prxima seo descreveremos o Estudo de Caso desenvolvido em Portugal e como foram escolhidos os contextos e as questes a serem postadas.

Isso veio bem a calhar com o estudo a ser realizado. Inicialmente foi realizada uma apresentao do projeto de pesquisa desta tese aos pesquisadores pertencentes ao grupo supracitado.

Por meio da qual foram retiradas as dvidas que ficaram em aberto durante a fase de interao online, sobre o estudo a ser realizado. Definiu-se o encontro com algumas professoras vinculadas ao programa ou que j contribuam com o grupo em suas pesquisas. Para o qual foi solicitado pelos professores coordenadores do Laboratrio de Didtica da UTAD que fizesse uma nova apresentao mais direta, com uma viso mais geral e com o que de fato seria a participao dentro da sala de aula das professoras.

Duas das professoras compareceram a entrevista e apresentao do aplicativo por meio do vdeo desenvolvido pelo Designer. E apenas uma se mostrou confortvel para a realizao do Estudo de Caso em sua sala de aula.

Figura 5 - Descrio da terceira fase da pesquisa.

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Na Figura 5 observa-se que houve a escolha do contexto e das questes a serem colocadas no aplicativo API 'Cooperao'. Escolha do contexto Estudantes: Foram escolhidas duas turmas do 10 ano do Ensino Secundrio correspondente ao 1 ano do Ensino Mdio no Brasil contendo cada uma 25 estudantes com idade mdia de 15 anos em ambas as turmas, que se apresentam em sala de aula em bancada de pares. Foram escolhidas turmas do 10 ano, por serem turmas que no esto focadas ainda na seleo para as Universidades.

O que ocorre em Portugal j no 11 ano do Ensino Secundrio. Tem 25 anos de ensino. E professora de Fsica e Qumica, pois em Portugal no existe distino entre as duas disciplinas.

Antes da realizao do experimento, nos meses de janeiro e fevereiro de , foram cumpridas as formalidades necessrias para a realizao do Estudo de Caso no Agrupamento Morgado Mateus em Vila Real - Portugal, dentre elas: i conversa com o Diretor do Agrupamento; ii permisso dos pais; iii consentimento para realizao do experimento no Agrupamento dado pelo Diretor e pela professora Anexo IV e Anexo V ; e iv escolha das turmas e confeco da agenda de realizao do Estudo de Caso em consonncia com a agenda de planejamento da disciplina de Fsica da professora.

Devido a formao da pesquisadora, a mesma pde ajudar na busca do estmulo para a realizao da atividade. Esse estmulo foi encontrado dentre as questes que geram dvidas mais frequentes em sala de aula, e foram trabalhadas pela professora com os estudantes antes do incio da utilizao do aplicativo API REDU 'Cooperao'.

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As questes foram escolhidas de acordo com o contedo que estava sendo vivenciado na disciplina de Fsica e Qumica A, para as turmas do 10 ano A e 10 ano C, turmas que a professora ministrava a disciplina.

Em cada rodada de questes foram escolhidos contedos diferentes para serem utilizados no aplicativo 'Cooperao'. Figura 6 - Descrio da quarta fase da pesquisa. A primeira apresentao nas turmas foi realizada no dia 5 de fevereiro de , na qual foram aplicados os questionrios scio-cultural Apndice II e os questionrios de autorregulao Anexo I , com a finalidade de fazer levantamento do perfil dos estudantes da turma como um todo. Antes de realizarmos o experimento e a coleta de dados, foi explicado aos estudantes o motivo da minha estada na sala de aula deles e o objetivo do trabalho, bem como que eles seriam voluntrios e poderiam desistir a qualquer momento da participao do experimento.

Tambm foram realizadas observaes em aulas presenciais sem utilizao do aplicativo para resoluo de exerccios, uma vez que no perodo em que fui escola estavam terminando contedos de Qumica para iniciarem os contedos de Fsica. O livro didtico bastante contextualizado, e descreve tambm os experimentos que devem ser realizados pelos estudantes em cada contedo visto.

Conforme a Figura 6, ocorreu a execuo do experimento e coleta de dados no contexto escolhido em trs rodadas de questes em momentos diferenciados, conforme se descreve a seguir. Foi analisado o desenvolvimento em vrios tempos de coletas durante trs meses, proporcionando assim uma anlise em trs momentos diferentes da apropriao do aplicativo API REDU 'Cooperao' em atividades de corregulao e do prprio processo em si, que sero analisados no Capitulo Seis Anlise de Resultados.

O primeiro contato das duas turmas com o aplicativo aconteceu no mesmo dia 22 de fevereiro de , em horrios diferentes e sucessivos mas, no mesmo contexto social,. A distribuio dos alunos na sala de aula foi sentados em pares, pois assim que eles se arrumam na sala de aula nesta escola em Portugal. Ambas as turmas tinham tido anteriormente uma explicao de como ia se realizar o experimento e tinham assistido ao vdeo produzido pelo designer, esclarecendo as diversas atividades que iriam encontrar no aplicativo API REDU 'Cooperao'.

Neste dia, tinha sido recolhida a listagem dos emails dos estudantes para que a professora fizesse a matrcula deles no curso de sua respectiva turma, 10 ano A e 10 ano C, turmas escolhidas pela professora pois eram as que ela estava trabalhando com Fsica, cada turma possua 25 alunos, mas nem todos tiveram autorizao dos pais para realizar as atividades no aplicativo.

A motivao para a participao das atividades j era de conhecimento de todos, pois na composio da nota final de cada semestre de aula, eles possuem um percentual em participao das atividades escolhidas pela professora, e foi dentro deste percentual que eles participaram, mas na coleta com fotos e entrevistas gravadas, s participaram os que tinham autorizao dos pais, por medida de segurana, impostas pelo diretor da escola.

Foi tambm explicado a motivao do trabalho de tese em que eles estavam sendo os atores da coleta para a investigao realizada. Houveram alguns estudantes que ao serem matriculados na disciplina e receberem o email da equipe REDU no realizaram o seu cadastro, pois em Portugal isso significa ter ficha na polcia.

De forma que, ao iniciarmos as atividades na sala de aula, parte do tempo foi destinado a fazerem o cadastro, depois que foi explicado que significava 'registo' portugus de Portugal no site, o que levou um pouco de tempo da aula.

Esta situao do cadastro apareceu mais na turma do 10 ano A, que na turma do 10 ano C. Sendo assim, os estudantes da turma do 10 ano C, ao iniciarem a aula com o uso do computador, utilizaram o seu tempo para realizar as atividades propostas no aplicativo. Procedimento da aula semi-presencial A professora colocou trs questes que se tenha dificuldade, no quadro, concedeu cerca de quinze minutos para os estudantes resolv-los, em seguida os resolveu no. No final de todo o processo foi gerado um arquivo para o professor, com todos os registros dos contedos e interaes dos estudantes e cooperadores em cada rodada de questes.

Neste Estudo de Caso foram trs rodadas com mais ou menos um ms de diferena de tempo entre elas. Espera-se tambm que a professora faa uma autorreflexo do processo de ensino e aprendizagem durante todo o processo que foi vivenciado nos trs meses de utilizao do aplicativo por meio dos relatrios gerados no aplicativo. Esses relatrios podem ser baixados em pdf ou enviados para o email da professora. Na Figura 7descreve-se a quinta fase desta tese, Anlise de Contedo, a qual avalia a coleta dos dados obtidos do aplicativo API REDU 'Cooperao', utilizado em trs rodadas de questes, onde cada rodada de questes possui trs problemas do mesmo contedo.

A categorizao dos dados foi feita no software qualitativo Nvivo , ainda em Portugal. Os dados categorizados dos estudantes foram os resultados das transcries das entrevistas, da transcrio da observao dos vdeos de captura, e dirios de autoobservao, e se realizou para as trs coletas de dados.

Foram categorizados os dados dos estudantes das duas turmas e tambm da entrevista com a professora nas trs rodadas de questes. E tambm das fotografias tiradas na primeira rodada de questes em sala de aula. Como resultados buscou-se as atividades, aes e operaes que sinalizam a corregulao da aprendizagem proposta pelo aplicativo por meio da anlise dos relatrios gerados em cada rodada de questes, e dos dados categorizados com o software de anlise qualitativa Nvivo 8. Figura 8 - Descrio da sexta fase da pesquisa.

Na Figura 8, observa-se que essa fase alm de gerar resultados por meio da triangulao dos dados, foram observadas as limitaes da utilizao do aplicativo e proposies para trabalhos futuros. Como, geralmente, no se tem possibilidade de replicar o caso, a confiabilidade de uma pesquisa orientada por um Estudo de Caso ser mostrada, fundamentalmente, pelas triangulaes de dados, fruto da prtica de diversos instrumentos de coleta de dados, encadeamento de evidncias e rigor em todos os procedimentos realizados ao longo de toda a pesquisa.

Sero analisados os resultados que sinalizem a corregulao proposta pelo artefato na REDU por meio da Anlise de Contedo, gerado pelo artefato, com a ferramenta de software Nvivo 8. E tambm a confirmao ou no de nossa questo de pesquisa com suas implicaes para o processo de aprendizagem por meio de seus erros e dificuldades em sala de aula.

Sero retratados todos os prottipos obtidos at a realizao do aplicativo na REDU e mostrado tambm um prottipo de alta fidelidade criado por meio de cenrios e requisitos para as seis atividades propostas pelo artefato a ser implementado no como aplicativo mas, dentro da prpria plataforma social educativa REDU, que no momento est sendo transformada num software livre.

Apresenta-se tambm as redes de interaes desenvolvidas, por meio do aplicativo, ao longo das trs rodadas de questes, para as duas turmas. E ressalta-se a participao de dois estudantes, um de cada turma, com aes diferenciadas em cada contexto de rodada de questes.

Evidencia-se os aportes tericos utilizado nesta tese, para a retratao de evidncias da corregulao apresentada e confirmao da hiptese levantada no incio da tese no Captulo 1. Apresentou-se tambm os aspectos positivos e negativos da utilizao do aplicativo ressaltados pelos estudantes envolvidos na pesquisa bem como pela professora.

Na fase de redao desta tese se fez necessrio, em paralelo, a leitura de artigos mais recentes para a atualizao da reviso da literatura sobre autorregulao e das teorias de aprendizagem relacionadas corregulao.

Com a escolha detalhada dos instrumentos de coleta de dados foi possvel realizar uma anlise satisfatria com relao a efetividade do artefato proposto, como mostrado no Captulo 6 dessa tese, utilizando a triangulao de dados. Proposio de um Modelo de Artefato Neste captulo apresentaremos a proposio de um modelo de artefato tecnolgico social o qual permite a corregulao como estratgia de autorregulao de aprendizagem em um ambiente virtual de aprendizagem, com trabalho cooperativo em par.

A identificao do problema tratou do isolamento do fenmeno a ser estudado dentro do tema escolhido, autorregulao de aprendizagem. Deste modo, por meio de estudos bibliogrficos, foi idealizado, o Exerccio autorregulatrio artefato social implementado como o aplicativo denominado "Cooperao" na plataforma social educativa - REDU com a participao do professor como estimulador da autorregulao e receptor da corregulao, efetuada pelos estudantes e professor, como pares, de maneira annima.

Portanto, o artefato tecnolgico, intitulado Exerccio autorregulatrio que foi idealizado, visa a realizao de atividades autorregulatrias com a estratgia de corregulao, a qual realizada com um trabalho cooperativo entre pares annimos em um Ambiente Virtual de Aprendizagem.

Os primeiros prottipos foram adaptados do modelo de uma atividade tradicional realizada com papel e caneta, de autorregulao e corregulao, disponibilizada por Sanmart , p. Aos estudantes so distribudas fichas como essa Quadro 5 e o estudante recebe e preenche inicialmente as seguintes perguntas: Minha resposta inicial foi: O que fiz mal?

Depois os pares trocam as suas respostas e cada um, preenche o nome do colega, e responde as seguintes perguntas: Est bem justificado? Logo aps sero destrocados os papeis e ento todos se reavaliando respondem questo final: Como posso utilizar a dica de meu colega? Quadro 5 - Modelo da atividade de autorregulao e corregulao em caneta e papel. Nome do colega: Na fotossntese, a partir de dixido de carbono e gua se obtm C6 H2 O6 e oxignio.

Quais critrios permitem decidir que se trata de uma mudana qumica? Quando uma arvore cresce, o aumento de massa se deve mais ao dixido de carbono absorvido ou gua?

O que voc recomendaria ao colega para que ele melhorasse? Sendo assim, trabalha na Zona de Desenvolvimento Proximal ZDP do estudante, um aspecto particularmente importante da teoria de Vygotsky A quantidade de questes foi mantida como trs de mesmo contedo, pois se entende que, desta forma, pode-se verificar se o estudante chega ao mesmo ponto de raciocnio quando questionado de formas diferentes sobre o mesmo contedo. Na seo seguinte sero abordados os prottipos de baixa e alta fidelidade para o artefato proposto nesta tese.

Explicando detalhadamente a construo dos prottipos, tm-se abaixo algumas consideraes que foram atendidas para a realizao dos prottipos confeccionados. O artefato idealizado e proposto possui um script roteiro a ser desenvolvido durante o processo de Avaliao formadora. Segundo Hadwin et al. Eles afirmam que os scripts tm potencial para dar suporte corregulao da aprendizagem, descarregando alguns monitoramentos e avaliaes metacognitivas para a ferramenta que guia, passo a passo, os estudantes por meio de atividades de regulao.

Nesta pesquisa, o script utilizado, no artefato Exerccio autorregulatrio o script cooperativo epistmico23, construdo para facilitar os processos cognitivos e metacognitivos com a corregulao como estratgia para resolver as dificuldades encontradas em uma tarefa, por meio de um trabalho cooperativo em pares.

Com relao ao design, atividade prtica e criativa, cujo objetivo final consiste em desenvolver um produto que ajude os usurios a atingir suas metas PREECE, ROGERS e SHARP, , para a construo do artefato tecnolgico interacional proposto se fez necessrio pensar em um design especfico para o que se propunha. No processo de design de IHC Interao na Interao Homem-Computador tm-se alguns modelos, dos quais so descritos os dois utilizados para o nosso estudo:.

O primeiro, para explicar a necessidade de vrios prottipos durante a realizao desta fase da pesquisa e, o segundo para a utilizao durante a realizao das prximas etapas, nas quais o ponto de entrada depende da etapa que se est realizando.

A seguir, descrevem-se os modelos de forma genrica e, posteriormente, a sua utilizao nesta fase da pesquisa. Modelo Simples de Processo de Design de IHC Esse modelo, segundo Barbosa e Silva , possui quatro atividades bsicas do design de interao, que esto relacionadas de acordo com a Figura 9: a Identificar necessidades e estabelecer requisitos; b Desenvolver designs alternativos que vo ao encontro desses requisitos; c Construir verses interativas de maneira que possam ser transmitidas aos outros e apreciadas; e d Avali-las, i.

Descrevendo-se cada uma das atividades bsicas, segundo Preece et al. Alm do mais, se pode dizer que essas necessidades compem as bases dos requisitos do produto e sustentam o design e desenvolvimento subsequentes PREECE et al. A primeira envolve produzir o modelo conceitual para o produto, isto , descreve o que o produto deveria fazer, como se comportar e com o que parecer.

A segunda b considera detalhes como cores, sons e imagens do menu e design dos cones. Sabendo que, as alternativas so consideradas em cada ponto Ibid. Construir verses interativas dos designs o design de interao envolve projetar produtos interativos. Pode-se dizer que a maneira mais sensata dos usurios avaliarem tal design a interao com eles, o que requer uma verso interativa dos designs a serem construdos, embora isso no signifique que seja necessria uma verso em software PREECE et al.

Pode-se ainda destacar que existem tcnicas diferentes para atingir a interao, sendo que nem todas exigem uma parte do software funcionando. Por exemplo: prottipos em papel, que so rpidos e baratos, alm de serem muito eficazes para a identificao de problemas contidos nos primeiros estgios do design.

Por meio da simulao, os usurios podero ter uma noo real de como ser interagir com o produto. Avaliar designs diz respeito ao processo de determinar a usabilidade e a aceitabilidade do produto ou do design. Preece et al. Com isso, podemos expor que o design de interao exige um alto nvel de participao do usurio durante o seu desenvolvimento, o que aumenta as chances de ser entregue um produto aceitvel.

As atividades de desenvolver designs alternativos, de construir verses interativas de designs e de avaliar esto entrelaadas, uma vez que so avaliadas por meio das verses interativas dos designs e os resultados so utilizados para alimentar futuros designs. Esta interao uma das caractersticas chave do processo de design de interao Ibid. De acordo com Preece et al. Devem ser identificados, claramente documentados e acordados no incio do projeto.

Auxiliam os designers a escolher entre as diferentes alternativas de design e a verificar seu processo durante o desenvolvimento do produto Ibid. Iterao permite refinar o design com base em feedback. Na medida em que usurios e designers se envolvem com o domnio e comeam a discutir requisitos, necessidades, desejos e aspiraes, surgem ideias diferentes a respeito do que necessrio, do que ir ajudar e do que vivel, asseguram Preece et al. Contudo, ser necessrio revisar as ideias luz do feedback, vrias vezes.

A iterao inevitvel, pois os designers, na maioria das ocasies, no conseguem encontrar a soluo na primeira vez. No prximo item, ainda desta fase de pesquisa, descreve-se o ciclo de vida estrela que foi utilizado a partir da implementao do artefato proposto para a avaliao formadora na REDU. Esse processo composto por seis atividades conforme elucida a Figura Figura 10 - Ciclo de vida em estrela.

Segundo Barbosa e Silva , a anlise de tarefas de usurios e funes a atividade responsvel pelo aprendizado da situao atual e pelo levantamento das necessidades e oportunidades de melhoria. A atividade de especificao de requisitos de IHC consolida uma interpretao da anlise definindo os problemas que devem ser resolvidos com o projeto de uma IHC. A atividade geral de sntese segmentada em trs atividades: Projeto Conceitual e Especificao do Design, na qual a soluo de IHC concebida.

A Prototipao na qual verses interativas das propostas de. Para se entender melhor o termo prototipao tem-se as seguintes definies, seguindo Preece et al. Um prottipo uma representao limitada de um design que permite aos usurios interagir com ele e a explorar a sua convenincia.

O prottipo tem como finalidade: i testar a viabilidade tcnica de uma ideia; ii esclarecer alguns requisitos vagos; iii realizar alguns testes com usurios e avaliaes; ou iv verificar se certo rumo que se tomou no design compatvel com o resto do desenvolvimento do sistema. Alguns tipos sero descritos logo abaixo:. Prottipo de baixa fidelidade aquele que no se assemelha muito ao produto final. Utiliza material como papel e cartolina, em vez de telas eletrnicas e metal, esclarecem Preece et al.

Pode-se dizer que servem apenas para explorao. Storyboard um exemplo de prototipao de baixa fidelidade, geralmente utilizado em conjunto com cenrios. Porm, muitas pessoas consideram difcil engajar-se nessa atividade de fazer esboos, uma vez que elas sentem vergonha da qualidade de seus desenhos PREECE et al. Prottipos com Fichas Pequenos cartes de 7 cm x 12 cm constituem uma maneira exitosa e simples de se prototipar uma interao e comumente utilizada quando se desenvolvem websites.

Cada ficha representa uma tela ou um elemento da tarefa.